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Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

Anda de bicicleta quem não tem dinheiro para comprar um carro!

Não será novidade para ninguém que a importância das bicicletas e do ciclismo tem crescido exponencialmente nos últimos tempos. Principalmente no que toca às áreas do lazer e do desporto, o crescimento tem sido enorme. Multiplicam-se os utilizadores de fim de semana, e destes, muitos passam a “atletas”.
As bicicletas, pelas suas caraterísticas, são uma excelente porta de entrada para uma vida mais ativa e estimulante. Podem-se considerar acessíveis, não entrando em produtos de topo, e através de uma utilização regular, a evolução física acontece de forma progressiva e com relativa rapidez.
No que toca a uma utilização mais prática e funcional da bicicleta, como meio de locomoção e transporte, o cenário muda de figura. É certo que também neste departamento o uso da bicicleta tem aumentado, mas não da forma que seria a ideal.
Aqui, a bicicleta traz benefícios em várias áreas distintas: saúde, socialização, mobilidade e sustentabilidade ambiental. Portanto, merecia maior importância, visibilidade e procura. E isso não acontece por questões sociais e culturais, baseadas em preconceitos. Não acontece porque se perspetiva sobre a mobilidade tendo o carro como referência. Carro que há muito é objeto de desejo e símbolo de estatuto social. Carro que alimenta o ego, o comodismo e que dá poder…
O artigo* que inspirou este texto abordou uma questão muito curiosa sobre a ideia social de esforço físico. Da mesma forma que certas atividades laborais que envolvam esforço físico são normalmente discriminadas e atribuídas às classes sociais mais baixas e menos instruídas, “pedalar uma bicicleta, tendo a locomoção como objetivo, é socialmente entendido como necessidade e não como oportunidade!”
Portanto, há aqui toda uma imagem desfavorável da bicicleta enquanto meio de transporte que a maioria de nós não quer estar associado…
Pelo menos, quem gere os seus pensamentos com base nesses errados pressupostos.

*Andar de Bicicleta - Sinal de Pobreza?
Disponível em: http://www.revistabicicleta.com.br/bicicleta.php?id=701

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