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Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

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Bicicletas de BTT XC

O meu regresso definitivo e ininterrupto às bicicletas está a fazer nove anos. Mesmo considerando a pequenez da nossa realidade, esta não deixa de refletir as tendências que se assiste a uma escala global no que toca às bicicletas de BTT XC.
Desde logo não haviam medidas de rodas para escolher. O tamanho padrão das rodas era só um – 26 polegadas. Depois chegaram as grandes 29 e as intermédias 27,5. Estas últimas, mesmo garantindo o melhor dos dois mundos, nunca se conseguiram impor verdadeiramente. Por seu lado, as 26 são cada vez mais raras, com exceção nas gamas baixas, portanto, a medida padrão neste momento é a maior - 29.
Haviam dúvidas, sim, na opção (semi) rígida ou suspensão total. Se quando comecei a despertar para este mundo as coisas andavam mais ou menos equilibradas, com o aparecimento de suspensões mais evoluídas, as FS começaram a aparecer em força, o que não iria manter-se por muito tempo com o aparecimento das rígidas super “light”. Radicalizou-se a geometria e o conceito.
O aparecimento das rodas 29, mesmo considerando um período inicial de desconfiança (pessoalmente, acreditei no seu valor desde o primeiro momento), veio revolucionar o meio. Ainda existem alguns resistentes, uns que apenas deram o passo mais curto (27,5), mas a maioria rendeu-se às rodas grandes.
No campo do amortecimento, depois da dimensão das rodas dispensar a sua existência na totalidade e compensar o seu menor curso, nova inversão de rumo, até para fazer face à crescente técnica e espetacularidade dos percursos XC, e à diferente atitude perante o radicalismo das bicicletas, que tornava a sua eficiência irregular e questionável. Palavras como “suavidade” e “conforto” estão agora mais próximas da ideia “andar muito”!
Hoje, assiste-se claramente à saudável conjugação das rodas grandes com evoluídas suspensões totais como uma das opções mais equilibradas e eficientes, pelo menos na maioria dos cenários. E das que se vêem mais. No entanto, as rígidas vão-se aguentando e continuam também a marcar forte presença.
Para além das rodas e da suspensão, atualmente ainda existem mais umas coisinhas para ponderar. Ou talvez não. Para quem privilegia a competição, e não só, já que apenas pode querer mais simplicidade, menos peso e manutenção ou apenas ter uma máquina igual às dos campeões, a opção prato único minimalista no pedaleiro a contrastar com uma monstruosa cassete acoplada à roda traseira é simplesmente obrigatória.
Eu ainda sou do tempo em que se fazia XC com uma Trail, do quadro em alumínio, das rodas pequenas, das suspensões com demasiado curso, dos pneus com câmara-de-ar, dos três pratos no pedaleiro, da cassete com menos de uma dezena de carretos e com o peso ali acima do conhecido número do azar…

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