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Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

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A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

Bicicletas e expetativas!

Nos últimos tempos a relação com as minhas bicicletas tem sido um pouco atribulada. Isso porque três delas resolveram presentear-me com avarias chatas de forma consecutiva. Curiosamente, as mais chatas e dispendiosas aconteceram nas minhas melhores bicicletas, pelo menos em teoria, já que estou a falar das mais bem equipadas no que aos materiais e equipamentos diz respeito. As mais caras, portanto.
Na prática não posso considerar estas as minhas melhores bicicletas, porque todas elas são muito diferentes entre si e por isso mesmo incomparáveis. O facto é que gosto de todas, da mais humilde e barata, à mais cara e sofisticada (se é que se pode considerar sofisticada alguma das minhas bicicletas), sem ordem de preferência, já que um dos critérios que privilegio é a funcionalidade e aquela que mais me é útil é exatamente a mais básica.
Todas elas têm o seu fim, tal como virtudes e defeitos. E as avarias também fazem parte da equação, quer se goste, quer não. São máquinas simples, mas são máquinas. O resto é uma questão de expetativas.
Ainda ontem falávamos no ranger (barulho irritante) do selim da minha Roubaix. E fui questionado em jeito de brincadeira: “O selim desta também faz barulho?” (estava com a minha ferramenta do dia-a-dia, a Órbita Classic), ao que respondi: “esta não faz barulhos, nem chateia!” Na verdade, ela não está a fazer nenhum barulho em especial, mas também não está isenta de falhas e problemas (só por acaso, o selim já nem é o de origem por ter apresentado um desgaste prematuro da sua forra)! O facto, é que os seus problemas não merecem a mesma importância, nem me chateiam tanto como acontece por exemplo com a Roubaix, e neste caso específico, com o ranger do seu selim. Também como poderia, já que só este elemento custava quase metade do que me custou a Órbita na totalidade!
Considerando tecnologias, sofisticações e custos tão díspares, é óbvio que o que se espera de cada uma delas e dos seus elementos seja também diferente, tal como as reações perante os factos, mesmo consciente de que os infalíveis não existem.
O que interessa é que, com mais ou menos custo (de preferência com menos), tudo se resolva e as nossas bicicletas fiquem aptas (não confundir com perfeitas) para desempenhar a sua função.

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