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Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

“Motor” atestado para pedalar

Comida pa pedalá!
Olá petchenas e rapazins, tude bem?
Entã é uma fatia grossa de massa sovada com mantêga e um cope de lête de vaca. Cru!
Vocezes sabim lá o que é isse? Vocezes metim é pózins de bouiã num copim com água... Bananas!
Por falá em bananas, que fruta pa dá força, crêde!
Tenhe de comprá bananas...
Bêjes e abraces.
Zabela & Besuga: É uma espécie de rubrica do blogue, onde o Zabela (personagem fictícia que caricatura um homem simples da ilha de São Miguel, que se desloca para todo o lado com a sua bicicleta) escreve tal como fala, com um carregado sotaque micaelense, e a Besuga é exatamente a sua fiel e amada bicicleta, companheira crónica de inúmeras aventuras.
Doutô Bcecléte: Alter-ego do Zabela, um especialista (não credenciado) em bicicletas.


Depois de ler esta “esclarecedora” publicação do Doutô Bcecléte tenho prestado mais atenção à alimentação, antes, durante e depois de pedalar, principalmente durante, a altura que mais descurava.
De facto, hidratação e alimentação durante as nossas pedaladas não é algo que se deva ignorar, sendo que a sua importância aumenta na mesma proporção da exigência, regularidade e distância, destas mesmas pedaladas.
Pedalar para mim é um prazer e mais uma oportunidade de me manter em forma. Nunca pedalei com propósitos de emagrecimento, mas entre quem o faz, e não querendo generalizar, há uma certa ideia de que quanto mais debilitarmos o corpo melhor, quando deveria ser precisamente o contrário, para se conseguir atingir os níveis ideais de rendimento e equilíbrio. Um corpo ativo, bem hidratado e alimentado vai responder melhor às solicitações físicas, o que levará a melhores e mais rápidos resultados.
O que não faltam são opções neste campo, mas para a hidratação a água será sempre a base e para a alimentação a conjugação certa de alimentos ricos em hidratos (simples e complexos), proteínas e gorduras.
A bicicleta anda com a nossa energia (trabalho de força e movimento exercido nos pedais), portanto, o nosso corpo assume a posição de motor. Assim, precisa de combustível de qualidade e em quantidade necessária para funcionar à altura do que lhe é exigido.
Se calhar esta analogia não é a mais consensual, já que nos remete para o ramo automóvel, mas aqui estamos a falar só de eficiência e ganhos: Gasto de calorias, tonificação muscular e zero emissões de gases poluentes.

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