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Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

SRAM vs. Shimano

Que me lembre só tive uma bicicleta com alguns componentes da SRAM. De resto sempre utilizei componentes da Shimano. Inclusive em experiências pontuais. Se calhar por isso mesmo, se me perguntassem qual a marca de que gosto mais, diria que a minha preferência vai para a marca japonesa. No entanto, a minha nova bicicleta está equipada com componentes SRAM ao nível da transmissão e da travagem. E isso veio alterar um pouco esta minha ideia.
Sempre me passou ao lado, mas sei que há uma certa rivalidade e discussão sobre quais os melhores componentes e que as opiniões naturalmente se dividem. A ideia que tenho é que os argumentos dos defensores da Shimano normalmente assentam na qualidade e no seu funcionamento suave e eficaz, ou não estivéssemos a falar de produtos de origem nipónica. Os defensores da americana SRAM referem a sua eficácia sob qualquer condição, a sua robustez, assumindo um funcionamento mais rude como parte do seu encanto.

 

doubletap.jpg

 

No meu caso específico estranhei essencialmente os comandos. Enquanto a Shimano apresenta, na minha opinião, um mais intuitivo sistema de deslocar as manetes para subir a corrente nos pratos e nos carretos e uma patilha mais pequena para a descer, a SRAM concentra tudo numa única patilha, mantendo as manetes fixas – Double Tap. O sistema faz-se ouvir e sentir e cumpre bem a sua função, mas admito que o estranhei de início.
Entretanto habituei-me e gosto bastante do seu funcionamento. Se desde logo me rendi aos travões, posteriormente aconteceu o mesmo relativamente ao conjunto de transmissão. Curiosamente, gosto especialmente do seu caráter mais rude e mecânico, ou não fosse eu um adepto de objetos com estas caraterísticas.

Pedais vs. Vento. Sapatos vs. Chuva.

A minha pontaria para escolher os dias certos para fazer coisas é tanta que até chateia!
Experimentar os sapatos e os pedais novos? Debaixo de chuva, pois claro.
E como se não bastasse, tinha acabado de passar uma mangueirada na bicicleta quando o c@brão do vento atira-me com ela ao chão, pois claro.
Bom, na verdade não existem dias certos para fazer estas coisas. Tinha vontade e disponibilidade, fui. Calhou estar de chuva, paciência.
O pedal direito já se diferencia esteticamente do esquerdo? É lixado, logo no primeiro dia, mas que se lixe!
Quanto aos sapatos? Não são impermeáveis, é só o que tenho a dizer…

 

sport_road.jpg

Allez - Atualização

Ficou assente no decorrer da minha volta às Sete Cidades que iria fazer algumas alterações na minha bicicleta de estrada. Aliás, durante esta volta, em vez da bolsa de selim usei pela primeira vez o “copo” para ferramentas alojado no segundo suporte de garrafa, suporte que esteve sempre guardado num armário desde que o comprei. Quanto ao “copo”, sem dúvida, muito prático!
Quanto às mais recentes alterações, até agora foram adiadas, tanto por falta de necessidade, como por princípio. – Para quê trocar peças que estão a funcionar mesmo que não sejam as mais adaptadas à minha realidade? – Era o meu pensamento.
Então a cassete de oito velocidades original (12-26) cedeu o seu lugar a uma com o mesmo número de carretos, onde o carreto mais pequeno tem 11 dentes e o maior uns expressivos 32! Já deu para perceber a diferença, embora ainda não tenha feito a subida certa.

 

k7_11-32.jpg


A outra alteração foram os pedais. Até agora usava pedais de encaixe de BTT, sendo que o modelo escolhido na altura teve em conta o facto de poder circular com esta bicicleta com sapatos do dia-a-dia, ou seja, encaixe de um lado, plataforma do outro. Por outro lado, sempre refreei a aquisição de pedais de encaixe para estrada porque me obrigava a investir noutros sapatos. Foi agora. Ainda não experimentei, aliás, nunca andei com encaixes de estrada, portanto será uma estreia absoluta. E não experimentei porque ainda não tenho os sapatos!

 

pd-r540.jpg

 
Neste momento já não faz sentido manter uma cassete com uma relação tão pouco amigável, até porque já nem tenho idade para isso (?!), tal como manter uns pedais vocacionados para BTT e uso descontraído, quando tenho outras bicicletas e respetivos pedais muito melhores para o efeito, em vez de ter uns verdadeiramente adequados para a bicicleta e para o uso que lhe dou.
São pequenas alterações, simples e óbvias, que farão da minha Allez uma bicicleta mais “amiga”, efetiva e adequada aos meus propósitos.

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