Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

O verão, o exercício e a natureza

O verão normalmente é sinónimo de dias grandes (e noites, para alguns), de férias, de programas lúdicos e culturais, de quebra de rotinas, de descanso, de calor…
Quem tem a sua atividade física rotinada durante o resto do ano aproveita esta altura para abrandar ou mesmo parar temporariamente. É o chamado carregar de baterias para enfrentar uma nova época que tradicionalmente começa em setembro ou outubro.
Não censuro nenhuma das posições, mas é raro parar completamente mais do que uma semana, em vez de parar aproveito para variar quer nos exercícios, quer na intensidade. É aqui que acho que o verão pode ser uma oportunidade. A quebra de rotina não implica necessariamente deixar a prática, mas sim diversificá-la. É nesta altura do ano que o ambiente e a natureza se apresentam mais favoráveis para a interação, o que aliado à maior amplitude de horas de sol e da nossa maior disponibilidade, reúnem-se as condições perfeitas para exercitar-nos disfrutando da natureza.
Praias, piscinas, jardins, trilhos, parques florestais, as hipóteses são várias e para todos os gostos. Neste aspeto, não será novidade a nossa condição privilegiada de ilhéus.
Atividades de alguma complexidade a carecer de espaços próprios, meios específicos e pessoal especializado, também as há e muitas serão uma opção segura, mas como em tudo e cada vez mais, a minha aposta é na simplicidade. E não apenas na época aqui referida, mas sempre!
Temos um defeito crónico de complicar demasiado a nossa vida. No departamento do exercício físico também acontece. A nossa preocupação centra-se muito na especialização, na necessidade de demasiados e complexos meios, o que muitas vezes se traduz num constante adiar da prática efetiva enquanto não se reúne todo o aparato. E quando finalmente se consegue, é amontoá-lo a um canto, porque entretanto a nossa atenção foi desviada para outra coisa/atividade qualquer, voluntária ou involuntariamente.
Invertemos o que seria a nossa atitude natural. Ou seja, voltamos as costas à natureza e abrimos os braços às coisas!
Basicamente só é preciso o nosso corpo e o meio que nos rodeia. E vá lá, um ou dois artefactos se realmente nos facilitam a vida. De resto, basta alguma vontade e envolvência, não com as coisas, mas sim com a natureza. Simples!

Mais sobre mim

imagem de perfil

Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2011
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2010
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2009
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2008
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2007
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2006
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D