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Bike Azores

A experimentar o verdadeiro sentido da palavra liberdade!

10.08.17

A minha paixão pelas bicicletas


Rui Pereira

Acho que não consigo exprimir em palavras a dimensão da minha paixão pelas bicicletas.
Segui uma hierarquia sentimental semelhante à hierarquia da mobilidade que continua a imperar – Bicicleta/Mota/Carro. Mas, a certa altura, fi-la também em sentido contrário, felizmente.
Gostava muito de carros, mas com o interesse pelas motas em crescendo passei a encará-los como simples meios de transporte.
As motas assumiram posição de destaque até que a certa altura começam a perder o seu lugar para as bicicletas. Para momentos de satisfação semelhantes acusavam um peso constrangedor em várias frentes. Daí o salto acontecer de forma natural e efetiva.
Foi o regresso às bases. A volta à simplicidade. O celebrar daquele que é o meio de locomoção mais eficiente de sempre. O fechar de um ciclo!
A minha paixão pelas bicicletas está presente em várias vertentes e todos os dias. Nos momentos de ócio e lazer, no desporto e exercício físico, na mobilidade e transporte em ambiente urbano. Nestas especificamente e em todas as suas ramificações. É para onde vai o meu principal foco de atenção.
E a tendência é para me dedicar e embrenhar cada vez mais. Não no sentido mais sério e complexo dos termos, até porque, para já, não há qualquer intenção de especialização, mas fazendo com que as bicicletas estejam naturalmente mais presentes na minha vida!
Quando se fala de paixão é muito difícil quantificar, qualificar ou explicar. Por isso mesmo não consigo fazê-lo, independentemente daquilo que diga…
Quem sente, sente. Quem não sente, dificilmente irá sentir…

 

sombra_bike.jpg

10.08.17

Não se pode ter tudo!


Rui Pereira

Ainda o outro dia reclamava uma certa falta de identificação com a minha Specialized Roubaix.
Antes disso, destacava a maior margem de manobra que ela me proporcionou, e com isso, a nova forma de encarar as minhas voltas de bicicleta.
A questão da identificação não é mentira, mas também não é nada de grave. Grave seria não andar nela! E isso, não tem acontecido, até pelo contrário. Não aumentou a regularidade das voltas, até porque estamos no verão e o apelo do mar soa mais alto, mas a duração e o prazer das mesmas, certamente. E claro, não será preciso mencionar qual tem sido sempre a escolhida…
Não nego ainda poder estar sob o efeito da novidade e da descoberta, mas a Roubaix tem tanto de franca como de previsível, portanto, aquilo que sugere, dá!
A adaptação foi instantânea e as suas mais-valias vieram logo ao de cima. A minha não é exatamente uma bicicleta de última geração, mas para o que estava habituado é como se fosse. A diferença é substancial.
Se se destaca na prática e em comparação às (minhas) outras, pela imagem e carisma é apenas mais uma…
Lá está, não se pode ter tudo!