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Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

31.07.19

MIANZI REI - My Legs My Gears


Rui Pereira

"My bike is a sort of emotional compensation for me."



"I can't imagine life without a bike. It's too important to me."

Mianzi Rei é definitivamente uma das minhas! Só que não tive coragem para tatuar as palavras "My Legs" na perna esquerda e "My Gears" na perna direita, tal como ela fez...

28.07.19

TP15 - O blogue!


Rui Pereira

Há muito que me pedia um blogue. Sempre achei demasiado cedo.
Deixou de escrever. Lembrei-me de lhe pedir um texto para publicar aqui e para o estimular a voltar a fazê-lo.
Entusiasmou-se com a ideia e com as palavras de incentivo que recebeu.
O Bike Azores é demasiado específico e as bicicletas não estão dentro das suas preferências neste momento, assim...
Nasceu um novo espaço!
Sujeito à minha administração, mas concebido para receber a sua imaginação.

TP15 – Eu, o futebol e outras coisas

27.07.19

“TP15”


Rui Pereira

Pois é, antes era o “Sem Pedais” e agora sou o “TP15”.
Hoje vim aqui escrever um texto para o blogue do meu pai. Ele pediu-me para fazer um texto sobre bicicletas e aqui estou eu, a concretizar o pedido. Tenho de admitir que num primeiro instante não sabia o que escrever, mas pensei um bocadinho e aqui estou eu.
Devem-se estar a perguntar porquê “TP15”. O “TP” significa Tomás Pereira e o “15” é o meu número no futebol. Agora, pondo o futebol de lado, vou falar sobre bicicletas.
Primeiro, tenho de dizer que tenho um grande orgulho no blogue do meu pai. Posso até dizer que quando crio um perfil num jogo, o meu apelido é sempre “BIKE AZORES”.
Adoro quando o meu pai vai dar o seu passeio de bicicleta ao domingo, mas não sei se quando for maior vou querer seguir o exemplo. Para mim, a bicicleta serve para curtir e desfrutar e embora saiba que os passeios do meu pai tenham isso, sei que também têm uma parte de sofrimento e exaustão, e é a isso que não me quero submeter.
Por exemplo, prefiro ir de carro com a bicicleta em cima até ao Parque Urbano e andar naquelas rampas que eu adoro.
Também olho para a bicicleta como um dos melhores meios de transporte do mundo. É pena que o meu pai diz que eu não tenho rotina de andar no trânsito (o que é mentira).
E à pergunta: “Preferes ciclismo ou futebol?”- Eu respondo “Futebol”.
Eu adoro futebol mais que qualquer outro desporto, porque gosto muito de desportos de equipa e porque adoro a modalidade em si.
Bom, acho que disse tudo o que tinha em mente.
Espero que tenham gostado. Adeus!

Tomás Pereira, 12 anos.

25.07.19

Roupa com bicicletas dentro!


Rui Pereira

Já disse inúmeras vezes que adoro bicicletas e, que por isso mesmo, estas estão muito presentes em várias áreas da minha vida.
Como (bom) homem que sou ligo pouco à roupa. Coisas básicas e pouca quantidade. E não tenho paciência para lojas de roupa e provadores…
Acabo por comprar mais por oportunidade do que propriamente por intenção.
A única coisa a que não resisto, logo que os preços não sejam proibitivos, é à roupa com bicicletas dentro!

polo_bikes.jpg

23.07.19

Se todas as vezes que ando de bicicleta pensasse que ia levar com um carro em cima…


Rui Pereira

Cedo habituei-me a empenhar uma condução defensiva. Tal como ganhei algum à vontade em circular nas e entre as filas de trânsito. A mota a isso obrigava.
Foram aprendizagens positivas e importantes e, de imediato, aplicadas na condução das bicicletas.
De facto, circular num meio de locomoção suave entre ciclovias e estradas, algures no meio dos peões e dos automóveis, obriga a alguma ginástica mental e a uma capacidade de análise de comportamentos, no sentido de prever os movimentos dos primeiros e as possíveis manobras dos segundos.
Mesmo assim, existem sempre surpresas!
Surpresas também da parte de quem vai sobre os pedais. Pelo menos para mim. E não estou a falar de comportamentos arriscados e fora da lei, embora na verdade alguns também o sejam. Falo de excesso de zelo e de cuidados. Desde logo encarando a bicicleta como um objeto perigoso. De ter um medo excessivo de circular na estrada, vendo perigo em tudo e todos.
Circular em bicicletas desajustadas ao nível ergonómico; circular demasiado junto às bermas, ou pior, pelos passeios; circular em contramão; circular a velocidades demasiadamente reduzidas, são alguns exemplos em nome do receio.
Estes comportamentos são capazes de serem mais perigosos do que os supostos perigos que teoricamente se estão a evitar.
Atenção, a estrada é um ambiente perigoso e quanto mais movimentada pior. Mas circular constantemente com medo e estar sempre a pensar nos perigos, e que algo de mau pode acontecer, não é a melhor forma de evitá-lo. Aliás, é a pior.
Circular numa estrada de bicicleta requer atenção e cuidado. Estar alerta. Mas também saber marcar a nossa presença, com um posicionamento e velocidade adequados às condições.
Se todas as vezes que ando de bicicleta pensasse que ia levar com um carro em cima… Já não andava de bicicleta!

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