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Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

03.03.21

Nova abordagem!


Rui Pereira

Gerir e processar as vicissitudes destes dias não tem sido fácil. Deixei que a inércia e a indefinição assumissem os comandos, traduzindo-se numa ausência que se prolonga, muito para lá do que gostaria e que não tenho sabido contrariar.
Podia simplesmente deixar estar...
Não, não posso.
Podia criar um novo blogue, mudar de temática ou de plataforma, optar pelo anonimato, por outro formato…
Sim, talvez…
Um novo formato, uma nova abordagem... Não custa experimentar!
O resto fica igual, até porque existe uma questão muito relevante ao nível da identificação. É e será sempre difícil desprezar isso.
É deste blogue e de bicicletas que gosto. Não há volta a dar.
Uma nova abordagem que, na verdade, não é assim tão inovadora porque, apesar dos trambolhões que tenho levado no decorrer desta pedalada, o resto está tudo mais ou menos na mesma.
Já nem sei o que é que é melhor?!

17.12.20

"Hotrock"


Rui Pereira

specialized_hotrock.jpg


Esta foi a bicicleta que menos uso teve das que passaram lá por casa. Desde a bicicleta de equilíbrio, esta era a quarta a marcar a progressão do seu entusiasmado percurso ciclístico. Mas foi exatamente a partir daqui que o entusiasmo cedeu o lugar ao desinteresse, surgindo novas prioridades.
Entretanto deixou de lhe servir, em todos os sentidos, e desfazer-me dela seria inevitável, decisão que adiei o máximo que pude.
Neste momento de despedida, espero que tenha mais e melhor uso com o seu novo proprietário, que ainda nem sabe que o será!
Sou suspeito, mas acho que é a melhor prenda de Natal que podia receber!

14.12.20

Pedalada no vazio!


Rui Pereira

Já não saía de bicicleta há algum tempo. Levantei-me do sofá, tirei a fixie da parede e fui dar uma volta. Precisava espairecer a cabeça e mexer o corpo.
Estava uma tarde tristonha e pouco convidativa para atividades ao ar livre, fazendo-se sentir algum vento e a prevista descida da temperatura. A volta estava também condicionada no espaço. Era tudo meio estranho. Estar de bicicleta num domingo é normal, mas não aquela hora nem naquelas condições.
A Globe tinha uns pneus novos montados. Novos para ela, porque na verdade não o são. Achei-os muito duros quando os montei, mas mesmo assim arrisquei.
Na zona mais inclinada da ciclovia, enquanto carregava sobre os pedais de pé, a roda desliza repentinamente e dou uma pedalada em vazio fazendo com que perdesse o controlo da bicicleta, tendo inclusive saído da ciclovia para a faixa de rodagem sentado em cima do tubo superior do quadro encostado ao guiador… apanhei um cagaço do caraças!
Não tive o discernimento de verificar no local se haveria alguma particularidade no piso que me tivesse feito perder a tração daquela maneira, mas depois de me recompor pensei logo nos pneus. Não sei, tenho de fazer uma avaliação mais concreta, mas se se confirmar juro que desfaço os sacanas à força de skids.

globe_roda.jpg

11.12.20

De bicicleta pela mão!


Rui Pereira

Quando falei em limitações um dia destes, ilustrei o texto com uma imagem que não tinha a ver com o assunto, mas que na realidade e ao nível das implicações, também envolveu a mesma necessidade.

proibido_bicicletas.jpg

 

Esta é a imagem que demonstra exatamente o referido. Uma situação que me custa um pouco aceitar, mas que até consigo compreender. Não tenho como evitar. Se quiser continuar a utilizar a bicicleta em algumas das minhas deslocações diárias, alguns metros (felizmente poucos) terão de ser feitos sempre com a bicicleta pela mão...

Assim farei.