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Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

05.09.19

Ilusão


Rui Pereira

Tantas vezes afirmei a minha preferência pelo BTT.
Na prática, o BTT e respetiva bicicleta que lhe dá o nome não passam de uma ilusão presa a um suporte, dia após dia.
O uso esporádico, quase que obrigatório, passa essencialmente pela necessidade de minimizar possíveis danos e gastos correspondentes. Ou porque está a chover. Ou por pena...
Desfazer-me dela não é um cenário possível. Não serei capaz.
A ilusão está presa a um suporte e eu preso a ela estou!

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19.05.19

Destaques dos últimos dias!


Rui Pereira

Fui sacudir o pó à Allez Steel. A Roubaix tem sido a bicicleta de serviço nos últimos domingos, mas considerando o excelente tempo que se fazia sentir e a minha vontade de variar de montada, lá fui eu sobre liga de aço em vez de carbono. É diferente, mas igualmente bom. Melhor?!

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Ao tempo que não comprava uma revista de motas! Depois de andar uns dias atrás da revista REV Motorcycle Culture, a persistência deu frutos e, no local mais improvável, acabei por encontrar a edição de março/abril, curiosamente a #50. É sem dúvida nenhuma o meu tipo de revista, ou não fosse o “fora da bolha” uma das suas máximas. Esta chegou a ter uma irmã dedicada às bicicletas, a revista B Cultura da Bicicleta, que infelizmente não teve “rodas” para andar. Guardo religiosamente todos os seus números.

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Por falar em coisas que já não fazia há muito tempo: Ouvir Machine Head… Uma vez do Rock e do Metal, para sempre do Rock e do Metal!

 

Mas a música que mais tem andado presente nos últimos dias é a “Sou de Uma Ilha”, de Bia Noronha. Para além da melodia, a letra… O ser ilhéu, o ser açoriano. Adoro!
“Quanto mais saio da Ilha, mais eu fico nela.
Quanto mais fico na Ilha, mais eu saio dela.”

 

A tia é uma tia fixe. E tias fixes têm ideias fixes. E criam blogues fixes!
As histórias da tia, protagonizadas pela sobrinha, são uma delícia!
Tia! Tia! Tia!

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Ah, a Electra Hawaii continua cá por casa…

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04.02.19

Mais um domingo...


Rui Pereira

O que é que vou fazer? Qual é a que vou levar? Para onde é que vou?
São algumas das questões que me surgem quando penso nas manhãs de domingo. Manda a minha vontade, ajudada pelo sentido prático e pelo estado do tempo. Ontem tudo apontava para o BTT, até porque era esta bicicleta que estava mais à mão. Assim foi.
E como costumamos dizer por cá: Fui sozinhe mais Nôsse Senhô!

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Para cima é que é caminho!

28.01.19

BTT a dois


Rui Pereira

Mais uma excelente manhã de domingo. Mais uma volta de bicicleta. Desta vez tive companhia. O meu companheiro de sempre, não necessariamente nas bicicletas, já que pedalar não é uma das suas prioridades no momento. Contudo, saiu animado e por vontade própria. Saímos.

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Não fomos muito longe, mas também o que é que isso interessa? Deu para usufruir do sol, das canadas, das bicicletas. Nas calmas… Deu para fazer alguns vídeos, já que ele anda muito entusiasmado com a sua câmara nova. E ainda deu para recuperar a habilidade sobre a bicicleta que a falta de prática faz sobressair a cada regresso. E deu para fazer trabalhar as suspensões…

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O BTT é sempre consensual. Espetacular, cativante e divertido. E um excelente pretexto para passarmos bons momentos juntos.

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23.01.19

A minha bicicleta de culto - Specialized Allez Steel


Rui Pereira

A minha Specialized Allez Steel está a fazer 8 anos. Durante o seu tempo de vida tem recebido sempre alguma atenção da minha parte, mas chegou a hora de levar as coisas um pouco mais além e atribuir-lhe outro estatuto. Houve uma altura, quando era a única bicicleta de estrada que tinha, que foi bastante solicitada. Com a entrada de outra opção passou a ser encarada como a bicicleta do rolo que apenas saía pontualmente. A partir de hoje as coisas mudaram. Nova abordagem. Novo posicionamento. Ela já merecia. Digamos que alcançou o estatuto de bicicleta de culto. É aquela bicicleta para apreciar, seja estaticamente, seja para dar uns passeios descontraídos, sempre que quiser e o tempo permitir.

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Não lhe fiz grandes alterações nem intervenções, apenas coisas básicas (limpeza, lubrificação e afinação) para lhe manter o bom aspeto e a “saúde” geral. Mas houve um assumido regresso às origens. Desde logo o guiador voltou a estar coberto por fitas brancas, umas clássicas em pele sintética perfurada, e o selim e a cassete 12-26 originais voltaram às suas posições. Foram trocados os parafusos que apertam o guiador e o aperto rápido dianteiro devido à corrosão. Para finalizar troquei as câmaras-de-ar e montei uns pneus novos – Vittoria Zaffiro. Recentemente tinha-lhe trocado os calços dos travões e o tubo de selim.
Não é, nem está perfeita, mas está mais perto!

21.01.19

Um ciclista e duas belas bicicletas – O registo!


Rui Pereira

Há muito que queria tirar uma fotografia com as minhas duas bicicletas preferidas. A clássica-moderna de um lado (preferencialmente do direito já que é mais pesada!) e a carreto-fixo do outro. Tinha idealizado (mais ou menos) o que se consegue ver na fotografia. Podia ser outra posição qualquer, mas não, era assim... Um ciclista durão a erguer as suas bikes! - Ah-ah!

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Depois de uma produção cuidada, que é como quem diz, vestir a t-shirt da RodaGira e meter um boné de ciclista à moda antiga com a pala virada para cima, foi pegar nas bicicletas, passar-lhes um paninho microfibras (paninho?!) e ir para a rua com elas. Pelo pouco que se consegue vislumbrar do céu percebe-se que a luz era ótima e se a sessão tivesse durado mais um minuto teria sido brindada com chuva e tudo. O cenário escolhido é o já conhecido muro amarelo do meu vizinho, um clássico, e o fotografo achou que a GoPro seria melhor do que o telemóvel para captar o momento. Já agora, o fotografo era o meu filho.
A cara estranha, um misto entre o acabado de acordar, o apreensivo, o sofrido e o impaciente (a seriedade já é habitual), teve a ver com a tentativa de disfarçar o esforço implícito. É aquela cara de quem tem os ombros prestes a explodir, porque tê-las erguidas dessa maneira, principalmente quando a GoPro decide reiniciar, e manter uma aparência descontraída, não é fácil. E isso é bastante notório! Adicionando também umas proporções meias esquisitas talvez motivadas pela grande angular da câmara...
O resultado final ficou aquém do que tinha idealizado e ponderei eliminar definitivamente as três imagens obtidas. Mas, depois de tanto planeamento e preparação, aqui fica…