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Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

18.07.17

Ainda os travões…


Rui Pereira

Nunca falei e pensei tanto em travões como agora. E isso acontece porque experimentei uma bicicleta de estrada com travões de disco hidráulicos.
Já há alguns anos atrás, quando troquei a minha anterior BTT de travões de disco mecânicos pela atual com hidráulicos, o tema travagem veio ao de cima, embora menos do que agora.
O facto é que fiquei muito surpreendido com o comportamento exemplar dos discos - mordazes e progressivos quanto baste - o que se traduz em segurança, confiança e conforto.

 

travao_rival.jpg 


Entretanto tenho utilizado uns travões tradicionais, mas de qualidade mais elevada do que os que estava habituado a utilizar em estrada e a diferença não é tão grande como considerei inicialmente. Fui induzido a exagerar por ter uma base de referência limitada.
A diferença não é tão grande, mas existe. Os travões que equipam a minha nova bicicleta são bons e eficazes, embora estejam uns furos abaixo dos discos hidráulicos que experimentei. De qualquer maneira, sinto-me mais seguro e à vontade do que antes.
Como já referi noutra ocasião, a comprar uma bicicleta de estrada nova, os travões de disco hidráulicos seriam quase de certeza uma opção. Como não é o caso, fico-me pelo meu atual equipamento de travagem tradicional que também não compromete, sendo muito melhor do que tinha até agora.
Não sei se toda esta “preocupação” com a travagem será da idade ou não, mas uma ilação que tiro destas diferentes experiências e realidades é que talvez tenha arriscado demasiado nas descidas até agora. E percebo também porque é que tinha tanta tendência para cerrar os dentes!

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