Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

03.06.20

O encaixe nos pedais dura até hoje!


Rui Pereira

Não me lembro de ter aprendido a andar de bicicleta. Mas lembro-me, vagamente, da minha primeira bicicleta. Azul, rodas pequeninas, banco corrido, pedais brancos, carreto fixo. Depois tive uma Sirla. Curiosamente muito parecida com a minha atual Órbita dobrável. Desta lembro-me. Laranja, guarda-lamas brancos, dobrável, também de banco corrido adornado com um enorme refletor traseiro. À maneira que iam ficando disfuncionais, iam desaparecendo!
Depois, inesperadamente, apareceu uma espetacular pasteleira azul, daquelas mesmo antigas. E, vinda num caixote do outro lado do Atlântico, uma estradista amarela. Na altura era no mínimo estranha!
Apareceu uma BMX coçada. Foi soldada. Foi desmontada, pintada a pincel e montada, mais do que uma vez. Foi preta. Foi verde. Acho que foi preta outra vez. Também desapareceu…
A BMX Órbita de amortecedor e travões de disco, inicialmente, e a BMX Dino branca em destaque na montra do Horácio, tão desejadas, nunca chegaram…
Alguns anos de jejum dos pedais e surge a minha primeira bicicleta de todo-o-terreno (btt), uma Top Sirla. Azul, mudanças. Vendi-a poucos meses depois cego pelas motas!
Mais de uma dúzia de anos depois, os motores são desligados… A Specialized Hardrock relança toda uma relação perdida, elevada para níveis nunca pensados.
A partir daí têm chegado algumas. Uma por uma. E ficam... Já não desaparecem.
O encaixe nos pedais dura até hoje!

Hoje é o Dia Mundial da Bicicleta.

eurobici_invade.jpg

7 comentários

Comentar post