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Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

O muro!

É curioso que as histórias mais engraçadas e que mais ficam na memória serem sempre sobre quedas e acidentes ou outras desgraças, não é?
Esta é mais uma história de outros tempos, no caso, sobre mim, a minha bicicleta e um muro.
Quando já era mais crescido tive uma bicicleta de estrada que o meu pai tinha trazido dos Estados Unidos da América. Foi a primeira vez que andei numa bicicleta de estrada. Esta bicicleta, na altura e para mim que queria era uma BMX, era um bocado esquisita! Tinha um guiador estranho, todo curvado para baixo. Além disso, tinha umas rodas muito fininhas. E uns travões pouco acessíveis. Eram as bicicletas que os ciclistas profissionais usavam nas corridas de estrada que apenas via na televisão.
Estava então a andar de bicicleta no bairro com o meu irmão, como era costume, mas agora do lado de fora. Lado que só era permitido agora que eramos maiores, já que antes só lá íamos de fugida às escondidas. É que aqui já havia uma rua movimentada, embora tivesse um passeio bastante largo, com umas grandes árvores. Algumas raízes destas árvores faziam elevações no passeio que pareciam rampas de saltos.
A parte mais interessante de andar do lado de fora do bairro eram exatamente os saltos. Então, pedalávamos o máximo que podíamos para tomar balanço e saltávamos com as bicicletas nestas elevações. A maior, portanto, a mais desejada, era a que ficava mais próxima de um muro. Tendo o meu irmão como espetador, afasto-me e dou meia volta, e venho a toda a velocidade de encontro à maior elevação do passeio. Salto e continuo a avançar com velocidade, cada vez mais próximo do muro…
De mãozinhas plantadas no topo do guiador percebi que não chegava aos travões… e o muro a aproximar-se rapidamente!
- O que é que eu faço? – pergunto, em pânico, ao meu irmão.
– TRAVAAA!!! – grita ele.
Já não deu tempo… E fui de frente contra o muro!
PAMMM!!!

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