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Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

“100 pedais”

Já se passou uma década. Começou a andar de bicicleta muito cedo. O avô materno ofereceu-lhe uma no seu primeiro aniversário. Não se lembra efetivamente, mas é algo de que se orgulha. Aliás, a bicicleta ainda a tem e não há intenção de algum dia se desfazer dela!
Não é uma bicicleta qualquer, mas uma bicicleta de equilíbrio. Basicamente só tem o quadro, duas rodas, guiador e selim. Pois, não tem nem pedais, nem travões, mas é exatamente isso que faz dela a escolha certa para aprender a andar de bicicleta. Ah, tinha uma campainha, mas um dia pediu ao pai para a tirar e nunca mais apareceu…
Na verdade, o avô apenas a pagou porque quem a escolheu foi o pai, supostamente mais entendido no assunto. Mesmo assim, na altura, houve alguma hesitação já que era uma novidade, tanto que foi a primeira do género a ser vendida.
Ainda nem sabia andar (a pé) e já andava de bicicleta. Com o pai ou a mãe a empurrar-lhe, claro. Um ano depois, já se equilibrava sozinho e andava com ela por todo o lado.
Mais tarde, o pai explicou-lhe que, ao contrário do que muitas pessoas pensavam, a bicicleta de equilíbrio, sem pedais, era a melhor forma de aprender a andar de bicicleta, por ser a mais rápida, natural, intuitiva e independente.
Gosta muito da sua bicicleta sem pedais. Às vezes ainda dá umas voltinhas nela, mesmo já sendo tão pequena para ele.
Tem e já teve outras, de diferentes tamanhos, com pedais e restantes acessórios. Já andou mais ou pelo menos com outra frequência, já que existem novas solicitações, mas não o remetem para o sofá e para os ecrãs, pelo contrário, sendo igualmente benéficas.
Uma década depois, a ausência deu lugar à inclusão. Dos pedais, mas não só. A partir de agora o percurso poderá ser feito a dois... Ou não! Certo é que para além do gosto pelas bicicletas, partilha com o pai o gosto pela escrita, demonstrado com o texto “A minha vida de bicicleta”, com o qual se estreia neste espaço e que se pode ler abaixo.

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