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Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

11.12.19

Sete!


Rui Pereira

Não, não estava a precisar de mais bicicletas.
Não sou muito dado a impulsos consumistas e normalmente pondero muito bem as minhas compras, mas quando se trata de bicicletas equilibro um pouco mais a razão com o coração.
O facto é que sou muito ponderado e cinjo-me realmente ao que necessito. Trocando por miúdos e de um modo geral, não sou um grande cliente!
A compra de mais uma bicicleta (a sétima!), para muitos um exagero sem sentido, teve mais a ver com desejo e oportunidade do que com necessidade, como é óbvio. E para mim, faz sentido. No sentido em que, de vez em quando, também tenho direito a um gosto, a uma extravagância. Não foi um impulso. Ainda tive uma hesitação à última da hora, mas apoiado, decidi avançar. Julgo que haverão vícios piores…
Tratar-se de uma “fixie” também não foi mera coincidência. Pelo contrário, foi a realidade decisiva. Tal como os valores envolvidos. Até porque se trata de um dos segmentos que atualmente mais me cativam, independentemente da nobreza da sua construção e respetivos componentes. Com ela, e basicamente com o que tenho, julgo que conseguirei algo simples, agradável e, acima de tudo, à minha imagem e gosto.
Como já disse anteriormente, quero aproveitar com calma todo o processo para lá chegar, uma vez que me dá muito gozo fazê-lo, em vez de me concentrar na sua conclusão e no resultado final.
Sim, são sete. Tenho sete bicicletas!
E não gosto de números ímpares…

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