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Bike Azores

A experimentar o verdadeiro sentido da palavra liberdade!

04.02.22

Bike Azores nas Avenidas


Rui Pereira

Uma das coisas mais importantes que os blogues me permitiram, para além de mostrar aquilo que mais gosto da forma em que me sinto mais confortável, foi conhecer pessoas interessantes.
Pessoas que nem conheço fisicamente, mas que dizem muito de si através da escrita e das suas atitudes. Que transparecem correção, amizade e elegância nos seus comentários.

gaffe_avenidas.jpg

Tenho especial admiração e estima pela Gaffe. Simplesmente impecável. De inteligência e elegância à prova de bala!
De escrita enigmática, assertiva e requintada, as suas Avenidas são as minhas preferidas.
Só posso estar grato pela sua amizade e tentar retribuir-lhe de igual forma. Não é fácil.

Nunca poderei esquecer que foi ela que, por sua iniciativa e sem receber qualquer palavra da minha parte, idealizou a imagem deste blogue como se me tivesse escrutinado. Criou, aplicou e deixou à minha consideração. Só. Depois de reconhecer a sua generosidade, simplesmente pasmei. Tinha acertado em cheio. Roçava a perfeição!

Assim é.

A Gaffe e as Avenidas

09.09.20

Atenção peões e ciclistas

E pessoas que leem blogues


Rui Pereira

Eu ia dizer “pessoas que leem o meu blogue” mas achei pretensioso…
Pretensiosa foi também a referência aos “peões e ciclistas”, para fazer ligação entre imagem e texto, e ser engraçado…

globe_roll1_atencao.jpg


Constatei que a minha ligação a este blogue é uma coisa muito forte!
Preguiçoso, desmotivado e sem saber o que escrever, por uma razão qualquer abro o blogue e sinto-me culpado e parvo por não lhe dar a devida atenção. Estúpido, ao ponto de saber o bem que me faz escrever e publicar sobre aquilo que mais gosto, e não o fazer!
Em parte, a culpa também é da Gaffe. Esta caríssima amiga que lhe deu uma imagem que nunca mais acaba! Que me obriga a manter-lhe vivo, mesmo quando a minha vontade era virar-lhe as costas. A identificação gerou um compromisso. Obrigado!
O orgulho, modéstia à parte, de reler alguns dos meus textos e continuar a acreditar plenamente nas razões que tiveram na base da sua conceção.
A felicidade por ter pessoas que continuam a deixar uma palavra, uma reação, mesmo quando as publicações que surgem primam pela falta de regularidade.
Este blogue é um bocado de mim. É o que queria ser e fazer…
Este blogue sou eu!

07.01.20

Em 2019


Rui Pereira

Não sou muito de balanços nem resoluções. O ano velho já era e o novo é apenas mais um ano. O resto é calendário.
No entanto, o ano que passou ficou marcado por dois eventos importantes, no contexto, que gostaria de destacar. O primeiro - Nova imagem! - a meio do ano, o segundo - Nova “fixie”! - no fim.
A minha amiga Gaffe deu a este blogue a imagem que sempre quis, mesmo sem saber bem que imagem queria. Às vezes ainda me pergunto como, tal o nível de acerto e precisão, mas o facto é que conseguiu. Ficará marcado para sempre!
Uma nova bicicleta é sempre um evento relevante. A nova “fixie”, segmento de bicicletas pelo qual nutro um carinho especial, trouxe outro brilho a este dezembro marcado pelo mau tempo, pelas festas, pela família, pelos exageros e pelos habituais constrangimentos inerentes.

11.06.19

Nova imagem!


Rui Pereira

Eu disse que ela era uma artista. Ela disse que era um exagero. Eu retifiquei e disse que ela era meia artista. Ela fez uma curta, mas complexa teoria sobre metades e sugeriu ser artista de palmo e meio…

Confesso que, depois de ver alguns dos blogues por si intervencionados, gostava que o meu também fosse alvo de algo semelhante. Mas dificilmente lho pediria. Por vergonha. Para não lhe estar a ser inconveniente…

Talento na escrita e na imagem. Assertividade, imaginação, bom gosto e sentido estético…

Nunca gostei da Alice no País das Maravilhas... Até que Tim Burton fez a sua versão e fiquei rendido. Fã da Alice e do Chapeleiro… Com a Gaffe é a mesma coisa!

Obrigado.a_gaffe.jpg

01.02.19

A Gaffe de bicicleta


Rui Pereira

De vez em quando dizem-me que tenho jeito para escrever. Agradeço com um misto de orgulho e vergonha. Orgulho, porque gosto muito de escrever e gosto que reconheçam isso. Vergonha, porque o jeito é relativo e as limitações não. Por exemplo, nunca fui capaz de escrever nada como fez a Gaffe um dia destes. Não se trata de um texto sobre bicicletas, mas tão bem que as inclui e representa!

Saber escrever é como andar de bicicleta… nas avenidas!