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Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

Mais um passeio de bicicleta sem grande história…

Nunca mais tinha ido às Furnas. Foi para lá que fui ontem. E é provável que vá lá novamente para a semana.
Mais um passeio sem grande história, com um ritmo a oscilar entre o calmo e o ligeiro. Optei pelo trajeto Norte/Sul, que não é o mais conveniente para mim, mas acho que é o que gosto mais.
Algures entre a Ribeirinha e o Miradouro de Santa Iria aconteceu uma situação curiosa e engraçada. Começo a avistar ao longe um companheiro de bicicleta. Aos poucos vou-me aproximando até que o alcanço e cumprimento-o à passagem, como é habitual. Já ia uns metros adiantado quando ouço algo do género:

- Bela máquina! Foi bem estimada!

Era o anterior proprietário da minha Roubaix, que obviamente a reconheceu e fez questão de se manifestar. Não o reconheci. Já lá vai um ano e meio e nunca tinha acontecido cruzarmo-nos. Trocamos algumas palavras e lá segui caminho.
Há voltas em que me cruzo com pouca gente e apenas desconhecidos, esta foi ao contrário. Já tinha acontecido logo antes desta situação, voltou a acontecer depois, e novamente a sair das Furnas pela sua… (escolher o adjetivo mais apropriado) calçada! E ainda na cidade de Lagoa, com repetição na última grande dificuldade.
Esta volta, para mim, tem quatro grandes dificuldades! A subida para a Mata Dr. Fraga, a calçada da Lagoa das Furnas, o Pisão e, finalmente, a Duarte Borges. As restantes sofrem-se… Mas também existem alguns pontos de interesse, Pedras do Galego e a descida Furnas/Vila Franca.
Na cidade de Lagoa, mais uma situação, desta feita não muito agradável. Numa zona a descer em que vinha a rolar bem, um rapaz com uma scooter preparava-se para arrancar, saindo de cima do passeio para a faixa de rodagem, exatamente no momento em que passava. Dou um grito, desvio-me ligeiramente para a esquerda e aperto os travões, tanto que senti a roda traseira a deslizar lateralmente, mas felizmente o rapaz ouviu-me (foi um grande grito!) e parou de imediato. Soltei um valente palavrão (ou vários) e prossegui aliviado. Foi apenas um cagaço!
Mais um domingo, mais um passeio de bicicleta sem grande história…

Parque Urbano PDL

Em tempos foi anunciada a execução de um circuito permanente para BTT no Parque Urbano em Ponta Delgada. Achei uma excelente ideia, claro, por todas as razões e mais alguma…

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Até hoje, nada!

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Não há circuito, mas há quem, à margem disso, no topo deste parque, continue a arregaçar mangas criando novas linhas e obstáculos para percorrer e ultrapassar de bicicleta!

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Domingo fui lá experimentar alguns destes trabalhos.

Lama…

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Bom, na verdade não havia assim tanta lama, apesar da chuva que se fez sentir nos últimos e no próprio dia, mas deu para sujar a bicicleta e ficar sujo.
As previsões meteorológicas fizeram-me deixar a bicicleta de estrada parada e levar a BTT para a rua. Em boa hora o fiz, já que me divirto sempre bastante aos comandos desta bicicleta, principalmente nestas condições, as minhas preferidas para a prática da modalidade.
Pode ser um contrassenso, mas a BTT nunca é uma prioridade, por variadas razões. No entanto, se pesar as duas vertentes (BTT vs. Estrada) nos pratos de uma balança, esta penderá para o lado do BTT.
Não sou propriamente um aventureiro e, neste momento, motivado pela clara falta de prática, vou com pouco à vontade sobre a bicicleta, mas é um prazer embalar-lhe numa descida mais rápida, levar-lhe sobre pedras, galhos e gravilha, fazer uma curva rápida em apoio, ou até aquela subida de piso escorregadio. Estado de fluxo puro!
Por outro lado, os sustos estão mais ou menos presentes. Aquela escorregadela imprevista da roda da frente, uma pedra estrategicamente posicionada na linha escolhida, um rego mais pronunciado disfarçado pela vegetação, aquela vala que parece atrair a bicicleta como se de um íman se tratasse. Faz parte!
E aquela obrigatoriedade de lavar a bicicleta quando se chega, tarefa que nem sempre é agradável, mas que no fundo até nos faz sentir orgulhosos perante os detritos que conseguimos acoplar ao quadro e aos componentes da bicicleta. Até porque o nível de orgulho tem correspondência direta com a quantidade de sujidade verificada…

Andando por aí…

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Queria fazer uma volta diferente. Ultimamente, ou fazia a volta ao concelho de PDL ou ia às Furnas. Desta vez não. Até a bicicleta seria outra.
A Roubaix deu lugar à Allez, que já a algum tempo se tem mantido intocada no rolo. Ainda pensei que se calhar a deveria deixar lá por mais uma semana, mas não…
Tinha uma ideia geral do que queria fazer, mas o percurso foi evoluindo à maneira que progredia no terreno.
Comecei então como quem vai dar a volta ao concelho, no sentido dos ponteiros do relógio, mas chegando à Várzea virei no sentido das Sete Cidades. Subir para descer e voltar a subir.
Na ponte cruzei-me com um ciclista “das descidas” que depois passou por mim na caixa de uma carrinha, enquanto eu ia naquele ritmo, ora lento, ora muito lento, no cimento. Alguns turistas a pé a dar-me apoio, o que é sempre curioso e motivador.
No topo virei no sentido do Pico do Carvão e depois de subir mais um bocadinho lá veio a descida, não necessariamente ansiada, até porque estava uma “porcaria”, com gravilha em quase toda a sua extensão!
Arribanas e porque ainda era cedo, Capelas. E depois foi rolar até casa, já a imaginar o que iria ingerir como recuperador. O costume…
A Roubaix teria sido melhor opção nesta volta, admito. Mas a Allez é aquela companheira que, apesar das contrariedades, nunca desilude. E é sempre com grande gosto e vontade que vou aos seus comandos.

Nordeste

De bicicleta ao Nordeste? Sim, já fui uma vez. Exatamente na última edição de um evento apelidado de Nordbike, organizado por uma grande entusiasta das bicicletas. Curiosamente, no fim de semana de inauguração das novas SCUT’s. Este evento consistia em percorrer o trajeto Ponta Delgada/Nordeste via Norte no sábado e Nordeste/Ponta Delgada via Sul no domingo, com pernoita na então Estalagem dos Clérigos, onde os participantes podiam usufruir de um cuidado e animado programa social. Na altura fi-lo com a única bicicleta de estrada que tinha, a Specialized Allez Steel. Foi duro, principalmente o regresso, mas no geral, uma bela experiência, que me traz sempre boas recordações.

 

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Daí para cá nunca mais rolei para aqueles lados, mas recentemente surgiu a vontade de fazê-lo. Ontem foi o dia. Mas não foi assim tão bem escolhido, depois de algumas outras tentativas frustradas. Saí relativamente cedo de casa (não o suficiente para chegar aonde queria) e o tempo não me parecia especialmente mau. Não parecia, mas fui bem enganado. Fiz o percurso praticamente todo debaixo de chuva (vá lá que não estava muito vento)! Aliás, se bem (ou mal) me lembro, já no Nordbike, entre Nordeste e Povoação, água foi o que não faltou… Aquando da prova de resistência de BTT nas Sete Cidades, alguém dizia que não se importava de andar com mau tempo e debaixo de chuva, mas que já começava a fartar. Digo o mesmo. Caramba!
Mas paciência, antes assim do que ter ficado em casa. A volta em si é muito boa e vale a pena, mesmo sob condições menos favoráveis. Queria era ter ido um pouco mais além, mas estava condicionado, já que queria chegar a casa a horas. A ida foi feita com tranquilidade, até porque a partir de certa altura não sabia bem o que me esperava, já que tenho poucas referências daquela zona da ilha. Quando vi que já tinha gasto metade do tempo disponível inverti o sentido da marcha para regressar. Vim mais ligeiro, tanto que acabei por chegar antes da hora, o que me deu margem para lavar a bicicleta, que se encontrava  num estado pouco recomendável.

 

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Por falar em bicicleta, já é a segunda vez que noto uma situação curiosa e desagradável circulando em piso molhado. A partir de certa altura, torna-se quase impossível rolar com a corrente posicionada nos carretos do meio da cassete, pois sente-se aquele desagradável e instável comportamento de mudança mal engrenada, do querer saltar da corrente, o que não permite de todo uma pedalada fluída. Uma situação a verificar por quem sabe mais do que eu, que transmissão é coisa com que nunca atinei. E se calhar também não seria mal pensado adquirir um lubrificante específico para estas condições.
Claro que terei de ir novamente ao Nordeste. De preferência com mais tempo, menos chuva e sem comportamentos estranhos da bicicleta!

Na companhia da velha guarda!

Normalmente só relato as minhas voltas de bicicleta mais relevantes, ou que pelo menos tenham alguma caraterística diferenciadora. A volta deste domingo estava para ser apenas mais uma ida às Furnas…
Com a Roubaix a “descansar” de sábado passado peguei na Allez Steel e fiz-me à estrada. Só depois de ter ultrapassado o obstáculo que tenho mesmo à porta de casa é que reparei que a garrafa tinha ficado atrás! Começo a ficar preocupado, já que é a segunda vez consecutiva que acontece e depois de quase ter acontecido uma outra! Seja como for avancei e havia de beber algures lá em cima, que água é o que não falta.
A caminho de Santa Iria começo a avistar dois ciclistas lá à frente e aos poucos fui-me aproximando, até que os alcancei. Eram dois ciclistas da velha guarda, pessoal do tempo dos pioneiros “Cicloturistas de São Miguel”. Respeito! Se um deles só conheci mais recentemente, o outro é-me bastante familiar, tanto que ainda era eu um miúdo e já ouvia falar das suas aventuras de bicicleta lá em casa! Só que na altura estas tinham um peso relativo, talvez por serem tão fora do comum.
Hoje, numa altura em que quem não está nas redes sociais e não partilha os seus feitos é como se não existisse ou não os fizesse, dou mérito a estas pessoas, que de uma forma bem-disposta e entusiasmada, mas simultaneamente discreta e serena, há décadas que percorrem de bicicleta as estradas e os trilhos da nossa ilha. Gabo-lhes a vontade, a atitude e a união descomprometida, que neste dia por exemplo, tinha dividido o grupo em quem foi de btt e quem foi de estrada.
Não é preciso dizer que mudei de planos, tendo a ida às Furnas ficado fora de questão, já que seguia deliciado na sua companhia, com a conversa, a boa-disposição e a cumplicidade existente, tudo envolto numa toada fluída. Da minha parte, inclusive, ainda deu para conhecer novos caminhos.
O meu regresso (definitivo) às bicicletas está a fazer agora nove anos, mas espero seguir o exemplo destes companheiros de pedal, que acumulam consideráveis números de anos, quilómetros, histórias e peripécias aos comandos das suas bicicletas, tudo da forma mais normal e genuína possível.

Povoação

Ainda não eram oito da manhã e já conduzia a Roubaix pela mão porta fora. Em dia de eleições tinha programada uma ida à Vila da Povoação.
Comecei o dia com um robusto pequeno-almoço para estar minimamente preparado para o passeio que tinha pela frente. Tudo indicava ser este mais um excelente dia de outono. Céu azul, pouco vento e, a partir de uma certa hora, calor quanto baste.

 

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Optei pela via norte e até às Furnas tudo normal, se se considerar normal a subida que nos leva à Mata Dr. Fraga! Mas vale pela descida das Pedras do Galego que dá sempre para arrefecer!
Para a Povoação, depois da subida inicial, a descida acaba por não ser das mais simpáticas por causa do piso irregular. Enquanto descia só pensava - “daqui a pouco vou-me lixar para subir isso tudo!”
Ia com a ideia de comer uma fofa, pois claro, mas parece que aos domingos de manhã não é fácil, pelo menos nos dois locais que entrei. Então acabei por optar por outra fonte de açúcar.

 

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Saí da vila a subir e a arrotar a mega bola de Berlim, com a ideia que se calhar, e na ausência das fofas da Povoação, devia ter feito o lanche à base de bolo lêvedo das Furnas…
A saída das Furnas foi feita pelo sul e não foi para ver a sua Lagoa porque vou sempre tão “satisfeito” naquela calçada que pouco olho para os lados, ansioso que a mesma acabe. Aquilo chocalha tanto que acho que até desfoca a visão!
Quando o suplício acaba e entramos no asfalto, que até parece almofadado, o conforto é logo esquecido a partir do momento em que o mesmo empina. Subida seguida de descida a abrir para Vila Franca do Campo.
Próximo desafio – Pisão. Sempre duro, quer se queira quer não! – Até rima.
Chegado a Ponta Delgada, nova escolha de percurso para rumar a norte. Optei pela “plana” e “consensual” Duarte Borges...
E foi isso.

As duas Roubaix juntas na estrada

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Era hoje, era amanhã, era depois, e, nunca calhou. Foi ontem. A minha Comp e a irmã Expert do meu colega juntaram-se para uma volta ao concelho de PDL. Da volta em si, zero novidade, da companhia, aí sim.
Comprei a minha Roubaix e isso motivou o meu colega a voltar a ter uma bicicleta de estrada. Eu tentei ajudar, e por sorte e acaso, depois de um telefonema, cheguei ao pé dele e disse – Já tenho a bicicleta certa para ti! E assim foi.
Bom, quanto à volta, sem grande história para contar, lá fomos. Encontro ainda antes da hora combinada, ritmo calmo e tranquilo, até porque o meu colega acusou alguma falta de ritmo devido ao défice de pedaladas que regista desde que deixou de ter bicicleta de estrada. Por isso mesmo, separamo-nos antes do previsto. Enquanto fui a pedalar para casa, ele arranjou um transporte alternativo.
Mas não faltou tempo para colocar alguma conversa em dia, fazer comparações entre as bicicletas e respetivos componentes, e trocar impressões relativas às nossas sensações sobre os selins das mesmas.

roubaix_comp_expert_1.jpg

Furnas + Volta ao concelho de PDL

Hora prevista de saída – 07H00. Hora efetiva de saída - 07H30.
Chegou o dia!
Mesmo com boa parte da logística assegurada no dia antes, por forma a não haver desculpas nem atrasos, atrasei-me. Existem sempre coisas que não conseguimos controlar. Mas também não era meia hora que me iria desviar do objetivo. A Roubaix estava a postos.
A ideia era ir nas calmas e tentar focar-me nas várias etapas intermédias que compunham o percurso, em vez de ir ansioso com o alcançar do destino. Ir rolando e aproveitando etapa por etapa.
09H15 estava nas Furnas. Sair cedo tinha 2 razões – tentar escapar às piores horas de sol e calor, e não chegar demasiado tarde a casa. Pareceu-me que não ia ter sorte com a primeira… De resto, tudo dentro da normalidade. Paragem para atestar a garrafa e comer uma barra de cereais.
O próximo destino era Ponta Delgada e lá cheguei 2 horas depois. Entretanto, o Pisão já tinha ficado para trás. Custou-me, tanto que até tive de recorrer ao “ar forçado”, que é como quem diz, fecho da camisa aberto até lá baixo. Estava bastante calor. Bom, no centro da cidade mais uma paragem. Novo atestar da garrafa, outra barra e xixi.
Decorridas estavam quase 4 horas, mas sentia-me bem. Confesso que estava porreiro para seguir direto para casa! Só que o programa das festas ditavam mais umas horas, quilómetros e pedaladas pela frente. Ia para casa, sim, mas pela via mais longa. Era esse o compromisso. E assim foi.
Com o passar do tempo começava a acusar o cansaço e as respostas às solicitações, além de mais lentas, deixavam marcas. O cansaço era também psicológico. Se calhar mais do que físico até. Menos a parte do rabo dorido…
Fazer uma jornada destas, sozinho, tem as suas vantagens, mas a companhia nestas horas é fundamental para aligeirar as coisas. Distração e força mútua. Aquele apoio que faz a diferença.
Alterei ligeiramente a estratégia e agora as etapas estavam mais divididas. Ir traçando pequenos objetivos para alcançar o grande objetivo. Lá ia com mais ou menos dificuldade, sendo que já na costa norte da ilha, as coisas intensificaram-se. Aqui faltou-me mais um abastecimento. Da vila de Capelas para a frente não via a hora de chegar e já não tinha posição na bicicleta de tão maçado que estava.
Já na reta final tentei aguentar-me o melhor que podia, mas foram quilómetros de sofrimento. O cansaço era ampliado pelo calor e pela falta de água que entretanto acabara.
Cheguei esgotado, confesso. Mas… Dever cumprido. Ou melhor, desafio superado!
E acertei em cheio no tempo total da volta, 7 horas.
Hora prevista de chegada - 14H00. Hora efetiva de chegada - 14H30.

Rasantes!

A subir uma conhecida avenida da cidade de Ponta Delgada, circulo, instintivamente, próximo do passeio do lado direito desta via. Sou claramente mais lento do que os automóveis, que nestas circunstâncias, me ultrapassam facilmente...
Rasante – Uma! Duas!
Porquê?
Vejamos: Manhã de domingo, pouco movimento, duas faixas para quem sobe e uma para quem desce, linha descontínua entre as faixas ascendentes.
Mesmo assim há quem me ultrapasse como quem tem preguiça de olhar ao retrovisor, acionar o pisca e virar o volante para levar o carro à faixa da esquerda e fazer uma corriqueira manobra de ultrapassagem ou que pelo menos deixe a distância mínima de segurança*. Preferem pelo contrário, e quero acreditar que inconscientemente, fazer-me sentir a capacidade de deslocar ar dos seus estimados automóveis. No mínimo!
Obrigado, mas dispenso!
Chega! Posiciono-me próximo do centro da faixa de rodagem da direita, conservando a distância do passeio que acho conveniente para a minha segurança**, tal como deveria ter feito desde início. Culpa minha!
E não, não é birra, nem querer armar-me em ciclista com direitos, é apenas porque acabar deitado num passeio, com uma bicicleta ao lado, não é de todo algo que queira para uma manhã de domingo. Nem em nenhuma altura de outro dia qualquer!


*Artigo 18.º do Código da Estrada
3 - O condutor de um veículo motorizado deve manter entre o seu veículo e um velocípede que transite na mesma faixa de rodagem uma distância lateral de pelo menos 1,5 m, para evitar acidentes.

**Artigo 90.º do Código da Estrada
3 - Os condutores de velocípedes devem transitar pelo lado direito da via de trânsito, conservando das bermas ou passeios uma distância suficiente que permita evitar acidentes.

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