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Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

19.05.19

Destaques dos últimos dias!


Rui Pereira

Fui sacudir o pó à Allez Steel. A Roubaix tem sido a bicicleta de serviço nos últimos domingos, mas considerando o excelente tempo que se fazia sentir e a minha vontade de variar de montada, lá fui eu sobre liga de aço em vez de carbono. É diferente, mas igualmente bom. Melhor?!

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Ao tempo que não comprava uma revista de motas! Depois de andar uns dias atrás da revista REV Motorcycle Culture, a persistência deu frutos e, no local mais improvável, acabei por encontrar a edição de março/abril, curiosamente a #50. É sem dúvida nenhuma o meu tipo de revista, ou não fosse o “fora da bolha” uma das suas máximas. Esta chegou a ter uma irmã dedicada às bicicletas, a revista B Cultura da Bicicleta, que infelizmente não teve “rodas” para andar. Guardo religiosamente todos os seus números.

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Por falar em coisas que já não fazia há muito tempo: Ouvir Machine Head… Uma vez do Rock e do Metal, para sempre do Rock e do Metal!

 

Mas a música que mais tem andado presente nos últimos dias é a “Sou de Uma Ilha”, de Bia Noronha. Para além da melodia, a letra… O ser ilhéu, o ser açoriano. Adoro!
“Quanto mais saio da Ilha, mais eu fico nela.
Quanto mais fico na Ilha, mais eu saio dela.”

 

A tia é uma tia fixe. E tias fixes têm ideias fixes. E criam blogues fixes!
As histórias da tia, protagonizadas pela sobrinha, são uma delícia!
Tia! Tia! Tia!

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Ah, a Electra Hawaii continua cá por casa…

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10.05.19

Electra Hawaii


Rui Pereira

Uma amiga queria comprar uma bicicleta. Um amigo queria vender uma bicicleta. Em causa, uma espetacular cruiser – Electra Hawaii. Fiz de mediador e o negócio concretizou-se. Fui levá-la. Por razões várias, a amiga acabou por não andar na bicicleta como seria suposto. Mas tenciona agora inverter a situação, e assim, lá a fui buscar, apenas para uma verificação geral, considerando o tempo que esteve parada.

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Precisou de ar nos pneus, um ajuste no travão dianteiro, a lubrificação da corrente, limpeza de alguns componentes e uma passagem geral com silicone para lhe dar ainda mais brilho. Ah, substituí a tampa da válvula do pneu traseiro! Tudo intervenções que traduzem o seu excelente estado de conservação. Aliás, bastaria ter adicionado ar nos pneus para ela já ficar apta e impecável.
Fui dar uma volta com ela (como não?) e, mesmo exibindo demasiadas flores para o meu gosto, é uma delícia de pedalar. Atenção, é um estilo específico, feita para rolar confortavelmente nas calmas. De dimensões e peso consideráveis, pneus gordos e desmultiplicação a contar com apenas 3 velocidades internas, revela vocação para rolar em locais planos e espaçosos.

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O seu “travão de pedal”, que se aciona rodando os pedais para trás, exige alguma habituação, principalmente para quem nunca teve contacto com o mesmo, até porque o mais convencional travão dianteiro de ferradura serve apenas como auxiliar, revelando um comportamento muito pouco contundente.
Não são defeitos, são caraterísticas. Tal como é a sua excelente qualidade de construção e elevada atenção aos pormenores, a sua estética exuberante e o seu extraordinário conforto!