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Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

27.07.19

“TP15”


Rui Pereira

Pois é, antes era o “Sem Pedais” e agora sou o “TP15”.
Hoje vim aqui escrever um texto para o blogue do meu pai. Ele pediu-me para fazer um texto sobre bicicletas e aqui estou eu, a concretizar o pedido. Tenho de admitir que num primeiro instante não sabia o que escrever, mas pensei um bocadinho e aqui estou eu.
Devem-se estar a perguntar porquê “TP15”. O “TP” significa Tomás Pereira e o “15” é o meu número no futebol. Agora, pondo o futebol de lado, vou falar sobre bicicletas.
Primeiro, tenho de dizer que tenho um grande orgulho no blogue do meu pai. Posso até dizer que quando crio um perfil num jogo, o meu apelido é sempre “BIKE AZORES”.
Adoro quando o meu pai vai dar o seu passeio de bicicleta ao domingo, mas não sei se quando for maior vou querer seguir o exemplo. Para mim, a bicicleta serve para curtir e desfrutar e embora saiba que os passeios do meu pai tenham isso, sei que também têm uma parte de sofrimento e exaustão, e é a isso que não me quero submeter.
Por exemplo, prefiro ir de carro com a bicicleta em cima até ao Parque Urbano e andar naquelas rampas que eu adoro.
Também olho para a bicicleta como um dos melhores meios de transporte do mundo. É pena que o meu pai diz que eu não tenho rotina de andar no trânsito (o que é mentira).
E à pergunta: “Preferes ciclismo ou futebol?”- Eu respondo “Futebol”.
Eu adoro futebol mais que qualquer outro desporto, porque gosto muito de desportos de equipa e porque adoro a modalidade em si.
Bom, acho que disse tudo o que tinha em mente.
Espero que tenham gostado. Adeus!

Tomás Pereira, 12 anos.

16.07.19

As palavras que não são escritas perdem-se...


Rui Pereira

Considerando a natureza do tema que abordo e a dimensão do meio onde me insiro, às vezes, penso que a curto prazo ficarei sem ter sobre o que escrever…
E fico ainda mais certo disso quando, recorrentemente, tenho de me socorrer de imagens, vídeos e músicas para compensar a ausência das palavras.
Mais do que comunicar, preciso de escrever!
Se calhar, prefiro acreditar na limitação da temática, quando na verdade tenho é medo de ficar sem vontade de escrever!
Já aconteceu. Por diversas razões. E é dececionante perceber como perdemos momentaneamente toda a capacidade de fazê-lo.
Às vezes tenho de forçar um pouco…
Mesmo que esteja longos minutos com os dedos imóveis sobre o teclado, a olhar para a folha em branco do processador de texto. Mesmo que o texto que consigo finalmente escrever não seja nada de especial.
E tudo serve de desculpa. Falta de inspiração, de vontade, de tempo... O sono.
As palavras que não são escritas perdem-se. E se as deixo de escrever fico um pouco perdido também.

11.07.19

Não sei que título lhe dou...


Rui Pereira

São 23H32. Nos auscultadores ouço “The River” de Aurora. Sem saber o que escrever.

Tenho o Sapo e o blogue abertos. Nunca escrevo lá diretamente. Tenho umas manias tolas. Dir-me-ão que existem ferramentas de correção ortográfica, para limpar formatação, etc. Eu sei. Mas escrevo no Word, copio o texto para o Bloco de notas e de lá para o Sapo. E justifico. E sempre no computador. São hábitos que ganhei e ficaram.

O vídeo entretanto acabou e o Youtube encarrega-se de rodar o próximo da lista. Retrocedo. A “The River" é tão bonita e inspiradora!

Levanto-me para desligar a televisão. A casa já dorme. Sou o único acordado. A claridade do monitor, de vez em quando, fere-me os olhos. Fecho-os de forma apertada.

Aurora canta o refrão…

“You can cry
Drinking your eyes
Do you miss the sadness when it's gone? (gone)
And you let the river run wild (gone)
And you let the river run wild”

A melodia é deliciosa. O texto prossegue sem sentido...

Salto para o Ambiente de trabalho. Existem apenas dois ícones, sendo que um deles é a Reciclagem. É assim que gosto dele, limpo. O fundo mostra, para mim, uma das bicicletas mais espetaculares de sempre – Roda Gira Arrogante CMYK!

Volto a retroceder para a música certa no Youtube. Aumento o volume.

Mas que fascínio é esse? Como é que uma estrutura de tubos interligados, com umas rodas e mais uns outros apêndices me fascinam tanto? Não há música que ouça que não a sinta como a banda sonora de um filme por mim protagonizado aos comandos de uma das minhas bicicletas!

Mais um momento para reiniciar a música.

Uma estrada de montanha deserta. Céu cinzento. GoPro’s instaladas na bicicleta. Drone uns metros acima a acompanhar a nossa progressão. Grande plano do sapato a encaixar no pedal e do apertar firme dos dedos no guiador. Uma descida a grande velocidade. Curvas. Travagens. Posição aerodinâmica. Segmentos sem música, apenas com o som do rolar da bicicleta. Momentos em câmara-lenta…

“(…)
You can cry
(You can cry, you can cry, you can cry)
Drinking your eyes
(To where the ocean is bigger)
I don't miss the sadness when it's gone (gone)
And the feeling of it makes me smile (gone)
As I let the river run wild”

Aurora continua a (en)cantar...

São 00H31. Vou publicar o texto seguindo os mesmos rituais de sempre.
00H48. Publicado.

26.06.19

Estado de graça


Rui Pereira

A mudança de imagem do blogue trouxe consigo uma série de coisas positivas. Ficou muito mais apelativo esteticamente e ganhou visibilidade. Mas acima de tudo, deu-me alento e motivação, o que se traduz em mais, e quero acreditar, melhores publicações. O facto é que ando mais desperto e com mais ideias, tanto para a escrita como para a captação de imagens. São situações que estão todas interligadas e revelam toda uma nova dinâmica. Diz-me a experiência que este estado não vai durar para sempre, que é cíclico, mas enquanto durar…
Novas circunstâncias também permitem-me andar de bicicleta mais vezes, para além do habitual passeio de domingo. Tenho aproveitado da melhor maneira, em vez de desperdiçar as oportunidades, algo que tenho alguma tendência para fazer, admito.
Para além disso, tenho variado bastante de bicicleta nas minhas voltas. Elas estão todas aptas e recomendam-se, como eu gosto, o que nem sempre acontecia anteriormente. E deu-me muito gozo avançar, finalmente, com a desejada alteração na minha fixed-gear. Um componente que encontrei quando já não contava e que resultou melhor do que estava à espera.

19.02.19

Porta de entrada!


Rui Pereira

fsrxc_porta.jpg

 

Não sou de estar a registar locais ou momentos. Sou mais de usufruir deles na altura sem estar preocupado com a sua captação. Sem estar a filtrar a minha visão com ecrãs.
Isso acontece no decurso dos meus passeios de bicicleta. Só de pensar na “trabalheira” e na quebra de ritmo de parar para tirar uma fotografia, desisto.
Um domingo destes, ia de BTT a subir um caminho quando me deparo com uma peculiar entrada e com o que restava da sua porta. Achei curiosa e pensei em tirar uma fotografia…
«… Não vou parar agora. Fica para depois.»
Segui caminho e não pensei mais nisso.
Já de regresso, lembrei-me. Faço um desvio pouco habitual e desço o caminho que há um par de horas tinha subido, para agora fazer o tal registo. Às vezes acontece...
Mais do que a lembrança, as imagens captadas servem de ilustração para o blogue. Aliás, são algumas vezes a base dos meus textos e publicações. São uma porta de entrada. Não é raro ir rascunhando mentalmente um texto enquanto pedalo depois da captura.
Esta publicação é um exemplo disso mesmo. Mas, o texto que imaginei inicialmente e o que pensei depois de ter subtraído a cor da imagem, nada têm em comum com o atual. Já se passaram algumas semanas e com o tempo mudam a visão e as circunstâncias. Ou simplesmente fui traído pela minha memória...

21.09.18

A escrita, as voltas e o método da escolha das bicicletas


Rui Pereira

Depois de um texto que me deu muito prazer escrever e que me valeu um destaque no SapoBlogs , já lá vão 11 dias, tive várias vezes de mãos sobre o teclado, a olhar para uma folha em branco e não consegui escrever nada! Aliás, neste momento que estou a tentar escrever alguma coisa esforço-me por alinhar ideias e dar um rumo a esta publicação.
O facto é que não tem acontecido nada de muito relevante, ou seja, tem andado tudo dentro da normalidade. E isso não é necessariamente mau, já que evito dar demasiada importância a situações negativas e assim estas também não seriam destacadas aqui. Faltariam os motivos à mesma com a agravante do mal-estar consequente.
Atenção, escrever é um gosto e não uma obrigação, mas às vezes é preciso forçar um bocadinho. Se me começo a abster da escrita entro numa espiral e vou por aí a fora… quanto menos escrevo, menos vontade tenho de escrever. E, já agora, quanto menos ando de bicicleta, menos vontade tenho de andar de bicicleta!

allez_estrada.jpg


A minha última volta de bicicleta foi muito proveitosa ao nível do pensamento (tanto que parece ter-me esgotado as ideias!) e serviu para reconhecer o bem que me fazem estas mesmas voltas e para definir a atitude que devo continuar a seguir, exatamente por ser aquela com que mais me identifico e que me é benéfica.
Ultimamente a bicicleta escolhida tem sido a Specialized Allez, com um desempenho que não desilude, mas está na altura de lhe dar algum “descanso”. Não sem antes ter de passar por uma rotina de limpeza e lubrificação, para então ser devidamente estacionada. Ah, tinha em mente uma intervenção maior ao nível estético nesta bicicleta, como que um regresso às origens, mas irá ficar para mais tarde.
Depois de um interregno voluntário, onde só a apreciava ocasionalmente e de forma estática, agora vou tirar o pó à Specialized Roubaix e levar-lhe para a estrada. Confesso que já tenho saudades de um outro nível de eficiência, performance e conforto. Que é como quem diz, tenho saudades do seu tato, do seu rolar e da sua suavidade.
Já que tenho por onde variar, vario. Gosto de todas, claro, mas a minha tendência metodológica leva-me a que não haja cá confusões e a andar por períodos rotativos com uma de cada vez. Vamos lá ver se a mudança de companheira também motiva alguma mudança de ambiente!
E pronto, é isso. Custou, mas saiu. Foi o que me saiu…

13.07.17

Longe dos pedais, longe das teclas!


Rui Pereira

Um clássico.
Tive recentemente afastado dos pedais. Por variadas razões, sendo que a principal teve a ver com mais uma reclamação do meu joelho esquerdo. O facto é que o período que antecedeu esta abstinência foi bastante (demasiado!) produtivo ao nível das pedaladas, o que se veio a revelar contraproducente.
Entretanto regressei às minhas voltas, motivado por terceiros, que consciente ou inconscientemente, me ajudaram a vestir o equipamento, a pegar na bicicleta e sair para a rua.
As reclamações do joelho abrandaram o que fez subir a minha confiança para voltar a sair sem complexos. Mas com calma!
Aliás, basta-me ter uma atitude consentânea com meus princípios. Sair com calma, sem preocupações, deixando-me levar enquanto sentir vontade e as horas permitirem. Qualquer coisa como treinar passeando e usufruindo da bicicleta em todos os sentidos. Nada de exuberâncias, nada de “pastelar”, mas posicionando-me algures pelo meio, equilibrado. É a minha realidade.
Tudo fácil, compreensível e simples. Mas às vezes “quero” complicar…
Bom, e com isso o blogue ganhou algum pó, tal como as bicicletas!
Mas aqui estou de pano microfibras na mão…

28.01.17

RAP – Rimas a Pedais


Rui Pereira

Sou eclético e tolerante, o que se reflete na minha relação com as bicicletas, com a música, com tudo. Desde novo ganhei um gosto especial pelas sonoridades mais pesadas e agressivas – Metal, mas a diversidade que abranjo é cada vez maior. Assim, e mais recentemente, descobri o rap e o hip-hop, já que fiquei fascinado com a capacidade de escrever e debitar rimas dos MC’s. Histórias de vida, reais, duras ou não, contadas a rimar com muita competência, acompanhadas pela batida certa. Isso fez-me querer experimentar este tipo de escrita, completamente nova para mim, já que sempre a encarei com algum preconceito. Algumas experiências incluíram bicicletas. Acho presunçoso falar em poemas, são apenas rimas. No caso, rimas a pedais!


Bikes & Rimas

Trato por tu as ruas de PDL
Percorro-as a pedais
Com as minhas bikes
Tal como o faço em muitas outras na ilha de S. Miguel

É um estilo de vida
É um prazer
É uma liberdade única
Do melhor que se pode fazer

O trânsito, eu contorno
As filas, eu não componho
Chego rápido a todo o lado
Pela mão ou montado

Estacionar não é dor de cabeça
Prendo-a a um poste ou a um U invertido
A sério, sinto-me tão bem
É libertador e divertido

Ela leva-me ao mar
Vou à minha sessão de exercício
Ela leva-me sem parar
Pedalar é mesmo um vício

Nos CTT deixa correspondência
Na bagageira um saco de 5kg de aveia
A trepidar na habitual cadência
Lá vou eu com ela, de alma cheia

Máxima economia
Zero poluição
A bicicleta vai onde quero
Apenas gasta calorias
Está só do nosso lado a limitação

Seja ela qual for
É o veículo mais amigo
Simples e divertido
É com ela que quero ir ao meu lugar preferido

Rodas e pedais
Aqui está a receita para os teus males
Sim, não duvides
Estes são analgésicos reais

Quero pedalar para sempre
Quero pedalar em todo o lado
Quero ter as minhas companheiras de ferro
Sempre, sempre, ao meu lado!

De bike, yeah!

Pego na minha bike
Deixo-me levar por ela
Nas redes dava-lhe um like
É ela se que revela

Sigo a um ritmo rápido
Para trás vejo tudo distante
Esta cena é um bom hábito
Quem a inventou foi brilhante

A tentar fazer sentido
Com os pedais eu me amanho
Mas para tirar real partido
Não tens de seguir o rebanho

Comprar uma é valor seguro
Andar nela é motivo de orgulho
Usufruir de uma nova dinâmica
Agora com visão panorâmica

Meter rotações nos pedais
Definir a cadência a imprimir
Não é preciso nada de mais
Basta pedalar e partir

É uma forma de viver
É o que mais gosto de fazer
É um estilo de vida
É a minha melhor saída.

19.01.17

As bicicletas e a escrita


Rui Pereira

Pronto, domingo passado não fui andar de bicicleta, por um bom motivo é certo, mas certo é também o facto de isso ter-me influenciado negativamente ao nível da regularidade da escrita. Está tudo interligado, não é novidade. Estou farto de saber que quanto menos leio, escrevo e ando de bicicleta, menos escrevo! Bom, na verdade, se a temática abordada não for a bicicleta, se calhar não tem assim tanta influência, mas se é, até posso andar porque se forem voltas pouco relevantes e repetitivas, as palavras podem ficar pelo caminho. Isso revela a importância que as bicicletas têm na minha vida. Ou não fossem sobejamente conhecidas as suas qualidades terapêuticas. Reflexão, ânimo, motivação, boa disposição e inspiração, que vão fazer fluir a prática específica, tal como outras vertentes. A escrita é uma delas!

27.12.16

Das motas às bicicletas - Fóruns, blogues e facebook


Rui Pereira

Comecei a escrever com mais frequência em fóruns online dedicados às motas, sendo a minha presença mais representativa no Fórum do Clube Motard de São Miguel. Foram muitos momentos de reflexão, argumentação e discussão, alguma acesa demais! Entretanto, com um grupo de amigos motociclistas fundamos o blogue Moto Açores, que mais tarde “internacionaliza-se” e passa a chamar-se Moto Azores. A blogosfera agradou-me sobremaneira e achei que era possível ter em simultâneo um blogue só meu. Foram vários até hoje, sempre com uma forte componente motociclista e musical, entre eles: Motas e Metal; As Minhas Motos; Motarte – Arte Sobre Rodas. Neste último, fiz a transição das motas para as bicicletas, para além de apresentar variadas situações que refletiam a minha vida na altura. As bicicletas passaram a concentrar muita da minha atenção ao contrário das motas. Foi o blogue com mais publicações e tráfego que já tive. Com a entrada no facebook e a quebra dos blogues em geral acabei por fechá-lo. Arrependi-me muitas vezes…
Depois de algum tempo sem uma plataforma fixa onde escrever criei um grupo no facebook dedicado às bicicletas – Eu Ando de Bicicleta em São Miguel, que marcou exatamente o dia em que tive a minha primeira experiência da bicicleta como meio de transporte, estávamos no primeiro trimestre de 2012. Pelo meio ainda tentei dinamizar o blogue "comunitário" Biklas com algumas publicações, entre outras avulsas aqui e acolá. Tudo isso deu-me um novo alento para escrever com regularidade, até que farto da utilização e do tempo que perdia no facebook, entrego a administração do grupo a um colega e abandono esta rede social. O problema é que tudo o que acontecia, acontecia no facebook... Voltei uns meses depois, aderi ao grupo e de pronto foi-me entregue a sua administração, que agora partilhava com outros colegas. A minha utilização desta rede social é muito pouco social, digamos assim. Dedico-me essencialmente ao grupo e acompanho as páginas relativas aos meus interesses. Pouco mais.
Bom, já com saudades da blogosfera, que passava agora por uma nova fase, e uma vez que prefiro de longe os blogues ao facebook, criei um blogue com o mesmo nome do grupo. Durou pouco. Mudei de plataforma, do Blogger para o Sapo. Criei outros, sendo que alguns nem chegaram a ver a luz do dia. Por fim, assentei num projeto com o nome Carreto Fixo. Era um blogue que espelhava as minhas várias experiências na escrita, e claro, a minha visão sobre as bicicletas. No entanto, tornou-se demasiado abrangente e com conteúdos muito divergentes. Assim surge este blogue – Bike Azores, exatamente para se dedicar essencialmente às bicicletas, já que estas continuam a representar uma das componentes mais fortes da minha vida. Desta feita, tudo o que tenho em arquivo relativo a estas será para aqui importado, inclusive diversos textos de outros tempos, dedicados às motas, recuperados de outros blogues e não só. Lá estou a alargar novamente o âmbito do blogue, mas pronto, são coisas mais antigas e acho que conseguem conviver, quando mais não seja para mostrar a transição que aconteceu, das motas para as bicicletas.
Resumindo, este blogue é uma forma de compilar praticamente tudo o que escrevi sobre a temática em causa e o que ainda tenho para escrever, assumindo assim a minha posição e partilhando-a com quem possa estar eventualmente interessado.