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Bike Azores

A experimentar o verdadeiro sentido da palavra liberdade!

03.11.22

SMG FIXED - Querer chegar ao fim e...

Volta à Ilha de São Miguel em Bicicleta de Carreto Fixo


Rui Pereira

E lá estava eu, sozinho, em cima da bicicleta, de mochila às costas, a contemplar o silêncio e os verdes que ladeavam a estrada, com um misto de sentimentos que não é inédito… querer chegar ao fim e, ao mesmo tempo, não querer que acabasse.

SAPO Viagens


Esta canção é absolutamente incrível.

 

12.09.22

Regressos a casa!


Rui Pereira

Dar um salto.
Um salto por cima da fase de apatia, da ausência de escrita.
Dá para saltar para trás?
Para a altura em que escrever não era um problema?
Se calhar, para trás, não é boa ideia!

salto_GT_1.jpg


E estou aqui, porque…

- Sim, eu conheço esta bicicleta. Nas minhas pesquisas encontrei um blogue de cá… Bike qualquer coisa.
- Bike Azores? - perguntei.
- Acho que é isso.
- Este blogue é meu!

Não sei se devia ter ficado animado com isso, mas a verdade é que fiquei. Afinal alguém o vê, ainda serve para alguma coisa.
A bicicleta em causa era a GT La Bomba, a minha bicicleta mais utilizada do momento. O local, a mesma pista de sempre.

E por falar em regressos, revisitei o álbum “Night Songs” (1986) dos Cinderella. Um dos grandes responsáveis pela definição do meu gosto musical até hoje.

E por falar em regressos, estou de regresso a casa!



30.05.22

Em "Outra De Coisa Nenhuma"


Rui Pereira

E dos pretextos para escrever, hoje tenho um bom.
A autora do blogue Outra de Coisa Nenhuma, que em tempos pedia que não lhe dessem ouvidos, escreveu sobre algo que é muito especial para mim – Música!
Sinal de que não levo muito a sério os nomes dos seus blogues.
Ao contrário dela, a música é o meu maior refúgio. Acho que sempre foi. O meu principal recurso para o bem e para o mal. No bem e no mal.
Se não me emociono assim tantas vezes, arrepio-me regularmente a ouvi-la e é uma sensação muito boa. Normalmente associada a músicas que me trazem boas recordações, só por si, não tendo de estar necessariamente associadas a momentos ou circunstâncias especiais.
Não tenho devoções absolutas, nem de estilos nem de bandas, mas sou um apreciador confesso de Metal, embora todos os estilos sejam de considerar, nem que se resumam apenas a uma música.
Também gosto dos Depeche Mode, embora os ouça pouco. Curioso: Ouço mais os seus temas como “covers” de bandas Metal do que os próprios a tocar.
E também não danço em público. Digo que não gosto de dançar. Mas é mentira. Embora seja verdade que não saiba fazê-lo...

 

27.05.22

[Kiss] “While Your Lips Are Still Red”

Nightwish


Rui Pereira

Estou sem posição. Incomodado. Mazelas, maleitas…
São da idade. E das asneiras.
A idade não perdoa - dizem.

Uma bicicleta vermelha... Vermelho-vivo!
A idade também passa por ela e também tem mazelas.
Mas são diferentes. Recuperáveis.

As minhas são como os beijos que ficaram por dar...



19.05.22

Acasos


Rui Pereira

estacao_comboios.jpg

 

Acredito nos acasos. Em vidas que se cruzam. Em estar no lugar certo, à hora certa. Mesmo aqueles tão improváveis, mais raros, acontecem. Às vezes acontecem e achamos que não, porque não estávamos atentos, não permitimos que se concretizassem. Gosto de acasos. De estar sentado numa estação à espera, de pernas esticadas, uma sobre a outra e, de auscultadores nos ouvidos a selecionar a próxima canção, levantar a cabeça… Não! Gosto da surpresa do acaso. Do nervoso miudinho, do acelerar do ritmo cardíaco. Mesmos dos acasos que não chegam a sê-los, porque um dos intervenientes estava distraído... Eu vi. Foi o meu acaso de qualquer maneira e gostei dele. Passou. Foi um acaso sem consequências. Volto a esticar as pernas e coloco uma sobre a outra. Baixo a cabeça e escolho a canção…