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Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

19.05.19

Destaques dos últimos dias!


Rui Pereira

Fui sacudir o pó à Allez Steel. A Roubaix tem sido a bicicleta de serviço nos últimos domingos, mas considerando o excelente tempo que se fazia sentir e a minha vontade de variar de montada, lá fui eu sobre liga de aço em vez de carbono. É diferente, mas igualmente bom. Melhor?!

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Ao tempo que não comprava uma revista de motas! Depois de andar uns dias atrás da revista REV Motorcycle Culture, a persistência deu frutos e, no local mais improvável, acabei por encontrar a edição de março/abril, curiosamente a #50. É sem dúvida nenhuma o meu tipo de revista, ou não fosse o “fora da bolha” uma das suas máximas. Esta chegou a ter uma irmã dedicada às bicicletas, a revista B Cultura da Bicicleta, que infelizmente não teve “rodas” para andar. Guardo religiosamente todos os seus números.

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Por falar em coisas que já não fazia há muito tempo: Ouvir Machine Head… Uma vez do Rock e do Metal, para sempre do Rock e do Metal!

 

Mas a música que mais tem andado presente nos últimos dias é a “Sou de Uma Ilha”, de Bia Noronha. Para além da melodia, a letra… O ser ilhéu, o ser açoriano. Adoro!
“Quanto mais saio da Ilha, mais eu fico nela.
Quanto mais fico na Ilha, mais eu saio dela.”

 

A tia é uma tia fixe. E tias fixes têm ideias fixes. E criam blogues fixes!
As histórias da tia, protagonizadas pela sobrinha, são uma delícia!
Tia! Tia! Tia!

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Ah, a Electra Hawaii continua cá por casa…

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13.02.19

Música e Bicicletas


Rui Pereira

Tenho uma familiar próxima que diz que nunca cresci porque continuo a ouvir música pesada (Metal), já que segundo a própria, este é um género musical que se ouve apenas na adolescência… E essa é uma conversa carregada de preconceito que simplesmente ignoro!
Ao nível musical sou muito abrangente. Eclético! Por exemplo, tanto ouço temas do Cancioneiro Açoriano, como outros do mais puro Black Metal norueguês. Tanto ouço temas acabados de apresentar, como outros que foram apresentados ainda era eu uma criança. E faço-o com o mesmo gosto e entusiasmo porque, mais do que ser deste ou daquele género e ser desta ou daquela década, adoro Música!
A música faz parte da minha vida. É a minha melhor companhia na realização de simples tarefas domésticas, num momento de solidão voluntária e relaxamento, a desempenhar qualquer atividade lúdica ou profissional, ou a fazer aquilo que mais gosto.
Não são raras as vezes que saio de bicicleta com uma música na cabeça e que me acompanha em boa parte do percurso. Aliás, ouço-a antes de sair e já vou diferente, com mais vontade.
Gosto de música. Seja leve, média ou pesada, ou dos tipos e géneros todos que existem, que isso dos rótulos não me diz muito. Música é música. Logo que me faça vibrar e sentir emoções. Que me motive. Que me entretenha. Que me faça sentir bem!
Hoje é o Dia Mundial da Rádio. A rádio e a música são indissociáveis. Portanto, ouço bastante rádio. Mas às vezes, algumas rádios, ao sabor das tendências e das modas, tocam demasiadas vezes certas músicas. Esgotam-nas!
Já pratiquei Indoor Cycling. Não fui logo cativado, mas quando aconteceu nunca mais parei. O segredo desta modalidade, que não é segredo nenhum, é exatamente pedalar ao ritmo da música, onde cada faixa representa um desafio, uma aventura. Uma espécie de banda sonora para cada cenário e realidade simulada. Pelo menos era assim que encarava.
Uma palavra final para o Metal. O Metal Açoriano. E quem fala em Metal Açoriano fala em Morbid Death. Houve uma altura que os ouvia mais do que nenhuma outra banda, seguia-os para quase todo o lado onde tocavam. Numa altura em que tocavam bastante. Neste momento o Metal não é assim tão popular como isso, mas eles têm sabido manter-se, reinventando-se e sendo iguais a si mesmos…
Ainda domingo, antes de sair de bicicleta, alimentei o corpo com proteína, gorduras boas e cafeína. E estimulei a mente com uma dose generosa de Morbid Death, e forem eles que me acompanharam em boa parte das pedaladas dadas. Yeaaahhh! \m/