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Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

29.05.20

O tão badalado regresso à normalidade!


Rui Pereira

Implica:

- Montar e pedalar as minhas bicicletas na rua.
- Pedalar para ir ao mar.
- Ter pedalada para retomar em pleno o exercício físico.
- Ganhar pedalada para ler e escrever.
- Encher os pneus ao blogue e pôr-lhe a andar.

A minha suposta disciplina, baseada em hábitos e rotinas, esvaziou-se com a quebra destas...

Uma boa melodia, mesmo que pesada e obscura, para mim, é sempre inspiradora!

19.02.20

“Dead Inside”


Rui Pereira

A cada novo tema apresentado uma agradável surpresa. Os açorianos Morbid Death estão imparáveis!
Peso, qualidade e inovação. Regularidade, rigor e equilíbrio, no lançamento dos temas.
Claro que sou um fã assumido e convicto desta banda de Metal (suspeito?), mas a idade é outra, tal como nível de exigência, e prefiro partir sempre com baixas expetativas.
Mesmo se as tivesse altas não teria ficado dececionado. Nem sequer apenas agradado.
- Ah, não é mau, mas o primeiro era melhor!
Não!
Pelo contrário. Já vamos no terceiro single e tenho sido constantemente surpreendido…
Quase que diria cada um é melhor do que o anterior!


"I feel Dead Inside
My scars want to hide
With shame, anger and despair
How would I survive?"


O Metal Açoriano está vivo!
O Metal Açoriano é poderoso!

Dos Açores para o Mundo com Morbid Death! \m/

21.01.20

Morbid Death!

“The Perfect Lie”


Rui Pereira

São muitos anos de Metal. São muitos anos de Morbid Death.
Falar em Metal Açoriano é falar em Morbid Death. São eles os embaixadores do Metal nos Açores. O seu baluarte. O seu último reduto!
São quase trinta anos de gosto, persistência, esforço, altos e baixos, alegrias e desilusões. De diferentes formações. São quase trinta anos de música pesada!
Mas eles estão aí. Voltaram em força. Melhores do que nunca?!
O seu único membro fundador e imagem de marca da banda, Ricardo Santos [voz e baixo], continua a erguer a bandeira dos Morbid Death com orgulho, e tem motivos para isso. Em parte, deve-o a si próprio, tal a forma obstinada com que sempre se entregou a esta causa!
Sempre achei que este dia iria chegar - Luís H. Bettencourt [guitarra], o “homem-música”, incansável e dedicado a tudo o que diga respeito à mesma, independentemente da sua natureza. Com uma postura orgulhosa muito própria, mas com muito trabalhinho de casa feito, não hajam dúvidas! Faz tudo, toca tudo, canta. Acredito que muito dos novos Morbid Death terá o seu toque!
Não conheço o Rafael Bulhões [bateria], mas parece-me um excelente baterista. Um baterista à altura! Técnica, agressividade, muito pedal duplo (adoro!) que vem conferir outro peso, outra sonoridade e modernidade aos Morbid Death!
Consigo identificar algumas marcas de sempre no seu som, mas reconheço diferenças óbvias. Agressividade vs. melodia, diversidade, experimentalismo, atualidade! E ainda só ouvi a faixa de apresentação – “The Perfect Lie”, do seu novo álbum "Oxygen". Acho que vem aí algo de muito bom a caminho. Acho não, tenho a certeza!
Confesso que estava com expetativa, mas também algumas reservas, do que esperar deste novo trio, e fui completamente surpreendido! Pelo som, mas também pela aposta, confiança, postura renovada, novidade, inovação e pelo contrato com a editora [Art Gates Records].
São muitos anos de Metal. São muitos anos de Morbid Death. E isso não é nenhuma mentira!