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Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

Nunca mais parei de pedalar!

A minha primeira experiência de utilização da bicicleta como meio de transporte está a fazer sete anos, estávamos no início do mês de março do ano de 2012. Mas foi uma experiência única.
Mais tarde, no verão deste mesmo ano, comprava uma bicicleta dobrável com a intenção de por em prática, de forma mais duradoura, esta mesma experiência.
Frequentava um ginásio à hora de almoço e a ideia era fazer a deslocação de bicicleta, descartando assim o automóvel e o custo direto relativo ao pagamento do estacionamento.
Digamos que a experiência foi um pouco (muito) atribulada. Por falta de adaptação pessoal, já que tinha esta rotina demasiado ligada ao automóvel, e por alguma falta de sorte, pois os dias que escolhi para começar, foram dias de chuva!
A ida era mais pacífica e até animadora, já que não era raro chegar antes do meu colega que se deslocava de automóvel. Mas no regresso, com a temperatura corporal por normalizar e alguma ansiedade à mistura, chegava ao trabalho invariavelmente molhado, no caso, numa mistura de suor e água da chuva…
Como se não bastasse, o quadro da Órbita dobrável cedeu!
A bicicleta ficou encostada a aguardar solução ao abrigo da garantia e eu, muito convenientemente, voltei ao automóvel!
Alguns meses depois, o ginásio fecha e tive de arranjar uma nova solução. Mais simples, mais natural, mais alternativa. Desta, fazia parte a utilização da bicicleta para a deslocação, na qual empreendi os ensinamentos adquiridos anteriormente, não voltando a repetir os mesmos erros.
Esta rotina, entretanto, mudou ligeiramente. A bicicleta utilizada é outra, embora da mesma marca. A bicicleta está tão ligada a esta rotina, que fazê-la sem ela, não é a mesma coisa! Esta e outras, já que alarguei ao máximo a utilização desta minha ferramenta de uso diário.
Bom, o certo é que nunca mais parei de pedalar pela cidade!

Mais uma bicicleta, menos um carro!

Nas minhas incursões de bicicleta pela cidade raramente encontro pessoas a fazer o mesmo que eu. Mais facilmente me cruzo com alguém de licra e bicicleta a condizer, treinando ou simplesmente dando uma volta, do que alguém com uma bicicleta banal, com roupa “normal”, vindo ou indo para o emprego ou outro qualquer local associado à sua rotina diária.
Claro que não sou o único, mas de facto somos poucos, muito poucos…
Hoje, a minha Órbita Classic teve companhia no sítio do costume.
Mais uma bicicleta, mais uma Órbita. E mais saúde, exercício e boa disposição.
Menos um carro na estrada. E menos poluição, espaço ocupado e comodismo!

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A banhos!

Começo a pedalar de pé. Dou o arranque para mais uma pausa de almoço. Debaixo de mim tenho a companheira do costume.
Contra o vento, pressiono os pedais, como se tentasse esmagá-los, para a impulsionar rápido para a frente. Ela responde como pode, não foi feita para estes stresses. A sua onda é mais sem pressas… Nas calmas…
O vento salgado de sueste fustiga-lhe o metal. A água salgada e fria enregela-me a pele. Faço movimentos rápidos e agasalho-me. Alimento o corpo com uma refeição que não está quente, infelizmente.
Arranco de regresso. Faço um desvio. Sinto uma ligeira dormência na extremidade dos membros inferiores. Ignoro e pedalo vigorosamente. O tempo escasseia e condiciona a ação.
Já me banhei nas águas deste nosso mar. Não tarda “banhar-me-ei” em tradição, em melodia, em música açoriana!

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Órbita de carga!

A Órbita Classic carrega comigo, e não só. É o meu meio de transporte preferencial para curtas deslocações em meio urbano e, com a sua bagageira, uma simples caixa de fruta em plástico, mostra-se ainda mais apta para as tarefas necessárias. À primeira vista parece ser algo limitada, mas na hora da verdade, esta caixa mostra uma capacidade de carga surpreendente, tanto ao nível do volume como do peso suportado.

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Esta minha Órbita, com a sua caixa, está sempre pronta para tudo!

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Paralelismo

O verão e os múltiplos eventos que surgem nesta altura do ano fazem de Ponta Delgada uma cidade mais bonita, viva e alegre. Não indiferente a este facto, a minha companheira e as minhas rotinas diárias são as mesmas de sempre. Mas ao que tudo indica irão alterar-se. O cenário e a bicicleta mantêm-se. Por um lado, sinto pena de deixar um local, o mar, as pessoas. Por outro, a mudança talvez me traga um toque de inovação e frescura, fazendo um paralelismo entre a minha vida e a cidade de Ponta Delgada…

 

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Andando por aí…

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Queria fazer uma volta diferente. Ultimamente, ou fazia a volta ao concelho de PDL ou ia às Furnas. Desta vez não. Até a bicicleta seria outra.
A Roubaix deu lugar à Allez, que já a algum tempo se tem mantido intocada no rolo. Ainda pensei que se calhar a deveria deixar lá por mais uma semana, mas não…
Tinha uma ideia geral do que queria fazer, mas o percurso foi evoluindo à maneira que progredia no terreno.
Comecei então como quem vai dar a volta ao concelho, no sentido dos ponteiros do relógio, mas chegando à Várzea virei no sentido das Sete Cidades. Subir para descer e voltar a subir.
Na ponte cruzei-me com um ciclista “das descidas” que depois passou por mim na caixa de uma carrinha, enquanto eu ia naquele ritmo, ora lento, ora muito lento, no cimento. Alguns turistas a pé a dar-me apoio, o que é sempre curioso e motivador.
No topo virei no sentido do Pico do Carvão e depois de subir mais um bocadinho lá veio a descida, não necessariamente ansiada, até porque estava uma “porcaria”, com gravilha em quase toda a sua extensão!
Arribanas e porque ainda era cedo, Capelas. E depois foi rolar até casa, já a imaginar o que iria ingerir como recuperador. O costume…
A Roubaix teria sido melhor opção nesta volta, admito. Mas a Allez é aquela companheira que, apesar das contrariedades, nunca desilude. E é sempre com grande gosto e vontade que vou aos seus comandos.

Estacionamento para bicicletas em Ponta Delgada

Em 2015 a Câmara Municipal de Ponta Delgada instalou cerca 40 lugares de estacionamento para bicicletas em várias zonas da cidade. Uma excelente iniciativa, sem dúvida, mas na minha opinião tinha ficado esquecido um local prioritário como o Mercado da Graça! Na altura tive intenção de sugerir isso mesmo, mas nunca cheguei a fazê-lo (intenção sem ação, por melhor que seja, de pouco serve). O facto é que passados quase 3 anos, por determinação própria ou sugestão, foram finalmente disponibilizados estacionamentos para bicicletas junto ao Mercado da Graça. Se a instalação de estacionamentos para bicicletas junto às escolas anteriormente concretizada presume uma ação pedagógica e estratégica, agora é também possível ir a um mercado tão caraterístico desta cidade da forma mais natural possível (mais natural só a pé), sem ter de se deixar a bicicleta presa a um poste nas redondezas ou num dos estacionamentos demasiado distantes do local em causa.
De salientar que estamos a falar das estruturas mais adequadas para estacionar bicicletas, simples, económicas e robustas em U invertido, e que não foram remetidas a um canto, exatamente aquilo que se pretende!
Na altura em conversa com um amigo, também ele utilizador da bicicleta no dia-a-dia e defensor da existência de estacionamentos que não os “empena rodas” num canto escuro, mas reclamando mais algum sentido estético dos mesmos, divergimos opiniões. Se até aos tubos cinzentos de ferro foram subtraídos os autocolantes indicativos com bicicletas, para quê dar mais do que isso se (quase) ninguém quer saber? Para estes quanto mais passarem despercebidos melhor. O que interessa realmente a quem anda ou quer começar a andar de bicicleta na cidade é ter uma estrutura bem localizada e com a forma certa para poder estacionar com facilidade e segurança a sua bicicleta. Objetivo cumprido!

 

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Imagem: CC - Specialized

Velocidade de cruzeiro, ou não!

Segunda-feira, primeiro dia da última semana do mês. Um dia muito agitado na cidade de Ponta Delgada. Estavam quatro navios de cruzeiro atracados! Para uma cidade pequena, considerando todo o movimento inerente e o número de passageiros desembarcados, o congestionamento no trânsito foi um dos primeiros sinais de que algo fora do comum se passava. Isso se se estivesse muito distraído e não se reparasse na forte presença que estes barcos impõem.
Não sou grande adepto, confesso. Por isso vai ser difícil apanharam-me a tirar fotografias ou “selfies” com os ditos a servirem de pano de fundo. E também ainda não consegui perceber o real impacto da sua vinda, medindo os prós e os contras de forma rigorosa. Mas isso já é outra conversa…
Hoje, mais do que nunca, nem quero ouvir falar do carro, até porque já senti a lentidão do trânsito logo pela fresquinha, inevitavelmente. A bicicleta sim, faz todo o sentido, mesmo sabendo que terei de andar com especial atenção na ciclovia do costume por causa do anormal fluxo pedonal, situação que (já) não me chateia especialmente. Se quero que os automobilistas sejam compreensivos comigo também tenho de o ser com os peões. Faz parte.
Filas de trânsito automóvel compactas e a moverem-se a passo de caracol, em ambos os sentidos da marginal. O menor volume da bicicleta permite desenvencilhar-me da lenta progressão, mas com calma e cautela. Foi com agrado que vi alguns condutores facilitarem-me a passagem, o que agradeci com um baixar de cabeça. Também houve quem tentasse atrapalhar, mas este não merece destaque.
Com o recurso à bicicleta não tive de fazer nenhuma alteração especial à minha rotina diária. Já com o automóvel, as coisas foram um bocadinho diferentes…

Ciclovia da discórdia!

Quem me conhece sabe que não sou um grande defensor de ciclovias. Reconheço a utilidade e a importância destas estruturas viárias, mas não as acho determinantes para a mobilidade urbana, pelo menos tendo em conta a nossa realidade. Mais relevantes considero a disponibilização de lugares de estacionamento para bicicletas em pontos estratégicos e a inibição de circulação e acalmia do tráfego automóvel nos centros urbanos, dando prioridade à circulação de peões e de meios de locomoção suaves. Mas existe uma componente lúdica e de lazer das ciclovias que não é de descurar, pelo elevado nível de satisfação e de bem-estar que podem proporcionar.

 

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Neste momento, está em curso a execução de uma ciclovia na cidade de Ponta Delgada, num troço que faz a ligação entre as existentes ciclovias das Portas do Mar e da Avenida do Mar. Para além da ciclovia, a obra integra naturalmente todo o embelezamento da zona intervencionada, onde já é possível observar o excelente trabalho de calcetaria feito nos passeios e a existência de uma faixa ajardinada, que para além da função estética serve também de separador entre a zona destinada aos peões e a faixa destinada aos velocípedes.
Na minha opinião, pelo local em si, pela quantidade de pessoas que utilizam toda aquela faixa litoral e pelos constrangimentos sentidos pelas mesmas, para não falar no importante contributo para a promoção de hábitos de vida saudáveis e aprazíveis, esta obra faz todo o sentido, considerando-a mesmo fundamental.

 

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Publicações inflamadas em redes sociais é algo de que fujo a sete pés, não leio, nem muito menos argumento, mas, às vezes, influenciado pelo tema, esbarro com uma ou outra e respetivas reações. Dois minutos chegam e sobram para entender o discurso indignado do costume. São só privilégios para as bicicletas e para quem anda nelas, não pagam qualquer taxa ou imposto de circulação, não têm seguro... (e por aí a fora), e ainda usam faixas de rodagem automóvel para fazer uma ciclovia, para uma minoria! Tempo perdido, portanto. Salvam-se os comentários de quem tenta fazer ver o outro lado. Gabo-lhes a vontade!

 

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Sigamos os bons exemplos e o que é premente e suposto seguir. Não é suposto criar entraves a um meio de locomoção que é encarado por todos como parte da solução, pois não? E é suposto criar-se condições para que as pessoas virem costas ao comodismo e venham para a rua exercitar-se em prol da sua saúde física e mental, beneficiando do melhor que o local onde vivem tem para oferecer, não é?
Então pronto.

I Ride dos Reis - Monbike

Foi com satisfação que recebi a informação da realização deste evento. Mesmo sem qualquer referência do mesmo, até porque tratava-se da primeira edição e nunca tinha participado em qualquer evento do promotor, mas o sentido de oportunidade temporal, o foco no convívio e a ideia de traçar um percurso em estrada ligando as três cidades (Lagoa, Ponta Delgada e Ribeira Grande) em associação aos três Reis Magos, augurava logo algo de positivo.
As minhas expetativas não foram goradas, até pelo contrário, o que me faz afirmar que este evento tem todas as condições para se manter no calendário dos passeios de estrada, sendo mais uma referência a ter em conta, esta a marcar o final da quadra festiva em causa.
Considerando a forte afluência de participantes, ainda para mais sendo uma novidade, faz-me depreender que a realização deste evento motivou um certo entusiasmo geral e gerou algumas expetativas, o que é de realçar. Registei também, com alguma surpresa, a presença da concorrência, o que não é frequente acontecer no nosso pequeno e preconceituoso meio. Como já disse, a associação ao dia de Reis e a escolha do percurso a condizer não podia ter sido mais acertada.
Tratando-se de um evento de estrada é normal que se esteja perante um percurso com alguma quilometragem e nível de exigência, e que o ritmo seja ligeiro, mas pelo seu caráter descontraído, com mais ou menos esforço, permite alguma flexibilidade de participação. No caso, tínhamos um guia a indicar o caminho e a marcar o ritmo, e outro a fechar a caravana.
Como será fácil perceber pelas minhas palavras, este foi um passeio que me agradou bastante. Descontraído, bem organizado e com um belo percurso. Gostei tanto do percurso que vou passar a fazê-lo nos meus passeios de domingo, como alternativa aos mesmos de sempre. Aliás, nem sei como é que nunca me lembrei disso?
Pessoalmente e ao nível do convívio, para além das normais trocas de impressões gerais, tive oportunidade de falar com quem já não via há muito tempo, mas também de conhecer melhor quem contactamos apenas de forma esporádica.
Com tudo isso, os meus parabéns a quem idealizou, preparou e apoiou esta iniciativa.

 

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Imagem: Monbike

Passeio Solidário de Reis - Decathlon Ponta Delgada

Para começar posso dizer que fui enganado. Depois de ter questionado, em local devido, se o percurso do passeio incluía pisos de terra ou se seria unicamente em estrada, responderam-me “Estrada”. Fomos os três. Avançou a Globe (fixed gear), a Triban 500 e por pouco a Órbita dobrável também não foi parar ao suporte em cima do carro, acabando por ser trocada pela BTT de roda 24, em boa hora…
Afinal existiam segmentos de terra no percurso. Se soubesse levaria a minha BTT e muito provavelmente iríamos só dois. Mas há enganos que vêm por bem. Fomos todos e gostamos. Mesmo quem tem uma certa aversão ao fora de estrada, que, com uma bicicleta pouco adaptada fez praticamente todas as incursões propostas neste ambiente, para ela, inóspito.
Quem mais recorreu às alternativas fui eu, já que a “fixie”, de “slicks/23”, só com travão dianteiro, revela-se (ainda) mais desafiadora nestas vias mais agressivas. Primeiro não me estava a apetecer ter um furo, depois não queria estragar a bicicleta, e muito menos ter, de repente, um contacto forçado com o chão. Alguns segmentos não pude evitar, mas correram bem, mesmo tendo aproveitado a menor aderência dos mais direitinhos para fazer uns “skids”, manobra que no asfalto exige uma destreza (e joelhos) que não tenho. Medo!
A manhã de sábado estava fresca e algo ventosa, o que se calhar contribuiu para que alguns possíveis participantes tivessem ficado no quentinho da cama, mas este passeio prometia uma manhã diferente entre as bicicletas e cumpriu, aliando a prática de exercício físico e o convívio à componente solidária. O percurso, delineado pelos arredores de Ponta Delgada, foi acessível e variado.
Acho que a existência destes eventos mais generalistas e abrangentes é importante, por isso faço questão de marcar presença sempre que me é possível. Aliás, fazemos!

 

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Imagem: Decathlon Ponta Delgada

Havia necessidade?

Tenho por princípio não dar muita importância a certas atitudes menos corretas por parte dos condutores de automóveis que presencio ocasionalmente. Todos cometemos erros e temos atitudes irrefletidas, por isso prefiro aliviar a carga de negatividade e pensar que embora existam claras situações de falta de bom senso, civismo e sensibilidade, notam-se melhorias gerais no comportamento dos condutores em relação às bicicletas e aos ciclistas. Por outro lado, a estupidez de certas pessoas por vezes é tão flagrante que é impossível ficar indiferente.
No último passeio, de uma boa parte dos automobilistas que passaram por nós não temos razões de queixa, minimamente corretos, pacientes e considerando a nossa presença na estrada. Mas outros houveram, felizmente a minoria, que borraram claramente a pintura, já que fomos brindados com rasantes simples, com uma rasante em velocidade e de buzina colada, e ainda, com uma ultrapassagem em que se fez questão de impor superioridade com uma forte aceleradela à passagem. Muito desagradável.
De notar que estamos a falar de situações ocorridas numa calma manhã de domingo, em estradas pouco movimentadas, onde nem sequer rolávamos lado a lado e que sempre que nos apercebíamos da presença de um carro facilitávamos a sua passagem. Mas o que dá para depreender é que para estes intolerantes condutores, independentemente do que pudéssemos fazer, o mal estava feito. E o nosso mal era simplesmente estar ali.
Rasantes e furiosas buzinadelas e aceleradelas…
Havia mesmo necessidade?

As duas Roubaix juntas na estrada

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Era hoje, era amanhã, era depois, e, nunca calhou. Foi ontem. A minha Comp e a irmã Expert do meu colega juntaram-se para uma volta ao concelho de PDL. Da volta em si, zero novidade, da companhia, aí sim.
Comprei a minha Roubaix e isso motivou o meu colega a voltar a ter uma bicicleta de estrada. Eu tentei ajudar, e por sorte e acaso, depois de um telefonema, cheguei ao pé dele e disse – Já tenho a bicicleta certa para ti! E assim foi.
Bom, quanto à volta, sem grande história para contar, lá fomos. Encontro ainda antes da hora combinada, ritmo calmo e tranquilo, até porque o meu colega acusou alguma falta de ritmo devido ao défice de pedaladas que regista desde que deixou de ter bicicleta de estrada. Por isso mesmo, separamo-nos antes do previsto. Enquanto fui a pedalar para casa, ele arranjou um transporte alternativo.
Mas não faltou tempo para colocar alguma conversa em dia, fazer comparações entre as bicicletas e respetivos componentes, e trocar impressões relativas às nossas sensações sobre os selins das mesmas.

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