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Bike Azores

A experimentar o verdadeiro sentido da palavra liberdade!

11.11.22

Dirt Jump(s)

GT La Bomba e NS Bikes Zircus


Rui Pereira

Esta fotografia ficou boa. Tenho de a meter no blogue.
Mas o que é que vou escrever para justificar a sua publicação?
Hummm…

dirt_jumps.jpg
Credo, tão brilhantes! A minha (GT) é mais bonita!


Ah, já sei… Uma daquelas frases típicas de fim de semana.
(Meia metida a martelo)

Ora cá vai:
Fim de semana é sinónimo de dirt jump e pump track.

Siga!

24.10.22

Gosto de todas, apenas umas mais do que outras!

GT La Bomba - Dirt Jump


Rui Pereira

gt_labomba.jpg


Ganhei mais uma rotina semanal. Gostaria que a frequência fosse maior, mas considerando as circunstâncias (falta de iluminação na pump track) resta-me a manhã de sábado para utilizar a dirt jump.
Este é um novo mundo para mim, por acaso muito apelativo, que me trouxe uma série de coisas boas com base no reforço da minha ligação com as bicicletas. Como se já não fosse suficiente.
A manhã de domingo continua reservada para pedalar (na pump track não se pedala, daí o nome), o que não quer dizer que o entusiasmo inicial não tenha levado a substituir a primeira pela segunda ou a fundir ambas ocasionalmente. A verdade é que são práticas complementares e tão satisfatórias.
A parte menos boa foi o investimento consideravelmente mais elevado do que pretendia. O valor em causa muito provavelmente seria para o arranque de um projeto de montagem de uma fixed-gear e que mais uma vez terá de ser adiado.
Não estou arrependido. Sim, apaixono-me com facilidade e muito raramente tenho a frieza e o distanciamento necessários nestas questões, e adoro a minha GT La Bomba. É um gosto vê-la lá parada ao lado das outras, é um prazer evoluir na pista aos seus comandos.
A bicicleta é linda de se ver e fantástica de se andar. Tanto que, num tão curto espaço de tempo, ganhou um estatuto elevado no que diz respeito às minhas preferências de entre todas elas.
Como digo sempre, gosto de todas, apenas umas mais do que outras!

12.09.22

Regressos a casa!


Rui Pereira

Dar um salto.
Um salto por cima da fase de apatia, da ausência de escrita.
Dá para saltar para trás?
Para a altura em que escrever não era um problema?
Se calhar, para trás, não é boa ideia!

salto_GT_1.jpg


E estou aqui, porque…

- Sim, eu conheço esta bicicleta. Nas minhas pesquisas encontrei um blogue de cá… Bike qualquer coisa.
- Bike Azores? - perguntei.
- Acho que é isso.
- Este blogue é meu!

Não sei se devia ter ficado animado com isso, mas a verdade é que fiquei. Afinal alguém o vê, ainda serve para alguma coisa.
A bicicleta em causa era a GT La Bomba, a minha bicicleta mais utilizada do momento. O local, a mesma pista de sempre.

E por falar em regressos, revisitei o álbum “Night Songs” (1986) dos Cinderella. Um dos grandes responsáveis pela definição do meu gosto musical até hoje.

E por falar em regressos, estou de regresso a casa!



10.08.22

O quê? Uma Dirt Jump?


Rui Pereira

Eu queria era uma Gravel...
Nunca, mas nunca mesmo, pensei que pudesse vir a ter uma Dirt Jump!
De facto, o efeito Pump Track fez com que fosse possível.
O sítio certo, com a bicicleta certa!

pumptrack_pdl_gt.jpg


Já falei quer da pista, quer da bicicleta…
Às vezes até estou sozinho, mas o entusiasmo continua e o convívio também.
Já não é a primeira vez que lá vou sem bicicleta ou com uma bicicleta impossível de andar.
Para além da sua função mais óbvia, a pista acaba por ser um local de convívio.
Um ponto de encontro!
Onde se anda em cima e à volta das bicicletas.
Onde se fala (muito) de bicicletas.
Onde se diz (muitas) asneiras...
E se ri. Muito também!

02.08.22

GT La Bomba!

Pump Track Ponta Delgada


Rui Pereira

O entusiasmo continua...

“Nunca serei muito rápido nem muito menos habilidoso, mas se há coisa da qual não me canso é de andar às voltas nesta pista.”

A BMX deu lugar a uma Dirt Jump. Depois de ter experimentado uma vi logo que era a bicicleta certa para mim. Mais estável e previsível, portanto. A escolha recaiu na GT La Bomba, pela relação preço/qualidade e pela oportunidade. E depois da pesquisa no mercado de usados não ter correspondido às expetativas.
Teria preferido recuperar ou adaptar uma bicicleta usada, mas há falta de opções e perante a oportunidade de uma bicicleta nova, com as caraterísticas certas, foi um (pequeno) passo para decidir a seu favor. Mesmo com um investimento acima do pretendido reservei-a ainda antes de ter chegado, não fosse ficar a pé.

pump_track_labomba.jpg


As rodas maiores dão outra segurança e permitem uma progressão em pista mais consistente. Ser mais lenta de reações e menos “brincalhona” não é necessariamente mau. O conceito Dirt Jump, não deixando de ser novidade para mim, acaba por ser muito mais familiar do que a BMX por exemplo.
Claro que o todo o potencial desta bicicleta está muito acima das minhas necessidades, mas lá está, se quero e posso ter…
A minha GT La Bomba terá com certeza uma vida fácil às voltas na Pump Track.
E eu, divertimento!

02.06.22

Rodas brancas

Surfskate


Rui Pereira

dstreet_surfskate.jpg


É mais um cenário daqueles…
Um parque urbano praticamente só para mim;
As vias de asfalto ladeadas por frondosa vegetação;
O silêncio e os sons da natureza;
Um skate lindo. De rodas brancas.
Mesmo que…
Não se sinta o vento moderado e a instabilidade do tempo;
Não se note o orvalho que me obrigou a parar debaixo da árvore;
Não se veja as cores ocultas pela edição a preto e branco. Inclusive as do skate!



03.06.20

O encaixe nos pedais dura até hoje!


Rui Pereira

Não me lembro de ter aprendido a andar de bicicleta. Mas lembro-me, vagamente, da minha primeira bicicleta. Azul, rodas pequeninas, banco corrido, pedais brancos, carreto fixo. Depois tive uma Sirla. Curiosamente muito parecida com a minha atual Órbita dobrável. Desta lembro-me. Laranja, guarda-lamas brancos, dobrável, também de banco corrido adornado com um enorme refletor traseiro. À maneira que iam ficando disfuncionais, iam desaparecendo!
Depois, inesperadamente, apareceu uma espetacular pasteleira azul, daquelas mesmo antigas. E, vinda num caixote do outro lado do Atlântico, uma estradista amarela. Na altura era no mínimo estranha!
Apareceu uma BMX coçada. Foi soldada. Foi desmontada, pintada a pincel e montada, mais do que uma vez. Foi preta. Foi verde. Acho que foi preta outra vez. Também desapareceu…
A BMX Órbita de amortecedor e travões de disco, inicialmente, e a BMX Dino branca em destaque na montra do Horácio, tão desejadas, nunca chegaram…
Alguns anos de jejum dos pedais e surge a minha primeira bicicleta de todo-o-terreno (btt), uma Top Sirla. Azul, mudanças. Vendi-a poucos meses depois cego pelas motas!
Mais de uma dúzia de anos depois, os motores são desligados… A Specialized Hardrock relança toda uma relação perdida, elevada para níveis nunca pensados.
A partir daí têm chegado algumas. Uma por uma. E ficam... Já não desaparecem.
O encaixe nos pedais dura até hoje!

Hoje é o Dia Mundial da Bicicleta.

eurobici_invade.jpg