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Bike Azores

As bicicletas são uma coisa séria que me fizeram regressar à idade da brincadeira e experimentar o verdadeiro sentido da palavra liberdade!

19.07.17

SRAM vs. Shimano


Rui Pereira

Que me lembre só tive uma bicicleta com alguns componentes da SRAM. De resto sempre utilizei componentes da Shimano. Inclusive em experiências pontuais. Se calhar por isso mesmo, se me perguntassem qual a marca de que gosto mais, diria que a minha preferência vai para a marca japonesa. No entanto, a minha nova bicicleta está equipada com componentes SRAM ao nível da transmissão e da travagem. E isso veio alterar um pouco esta minha ideia.
Sempre me passou ao lado, mas sei que há uma certa rivalidade e discussão sobre quais os melhores componentes e que as opiniões naturalmente se dividem. A ideia que tenho é que os argumentos dos defensores da Shimano normalmente assentam na qualidade e no seu funcionamento suave e eficaz, ou não estivéssemos a falar de produtos de origem nipónica. Os defensores da americana SRAM referem a sua eficácia sob qualquer condição, a sua robustez, assumindo um funcionamento mais rude como parte do seu encanto.

 

doubletap.jpg

 

No meu caso específico estranhei essencialmente os comandos. Enquanto a Shimano apresenta, na minha opinião, um mais intuitivo sistema de deslocar as manetes para subir a corrente nos pratos e nos carretos e uma patilha mais pequena para a descer, a SRAM concentra tudo numa única patilha, mantendo as manetes fixas – Double Tap. O sistema faz-se ouvir e sentir e cumpre bem a sua função, mas admito que o estranhei de início.
Entretanto habituei-me e gosto bastante do seu funcionamento. Se desde logo me rendi aos travões, posteriormente aconteceu o mesmo relativamente ao conjunto de transmissão. Curiosamente, gosto especialmente do seu caráter mais rude e mecânico, ou não fosse eu um adepto de objetos com estas caraterísticas.

10.03.17

"Azores Gravel Bike Trip 2016"


Rui Pereira

O conteúdo das minhas publicações é sempre original. Mas existem exceções. Por isso mesmo faço questão de partilhar um vídeo que desvenda um pouco do que foi a "Azores Gravel Bike Trip 2016". Basicamente foram uns dias a andar pelas estradas, caminhos e trilhos da ilha de São Miguel, com as bicicletas certas, usufruindo do contacto com a natureza e testemunhando as melhores vistas e paisagens. E as bicicletas certas são as Gravel Bikes. Um segmento recente com potencialidade para crescer, já que apresenta bicicletas com grande polivalência, sempre prontas para a aventura e aptas a circular quer em estrada, quer fora dela.