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Bike Azores

A experimentar o verdadeiro sentido da palavra liberdade!

12.09.22

Regressos a casa!


Rui Pereira

Dar um salto.
Um salto por cima da fase de apatia, da ausência de escrita.
Dá para saltar para trás?
Para a altura em que escrever não era um problema?
Se calhar, para trás, não é boa ideia!

salto_GT_1.jpg


E estou aqui, porque…

- Sim, eu conheço esta bicicleta. Nas minhas pesquisas encontrei um blogue de cá… Bike qualquer coisa.
- Bike Azores? - perguntei.
- Acho que é isso.
- Este blogue é meu!

Não sei se devia ter ficado animado com isso, mas a verdade é que fiquei. Afinal alguém o vê, ainda serve para alguma coisa.
A bicicleta em causa era a GT La Bomba, a minha bicicleta mais utilizada do momento. O local, a mesma pista de sempre.

E por falar em regressos, revisitei o álbum “Night Songs” (1986) dos Cinderella. Um dos grandes responsáveis pela definição do meu gosto musical até hoje.

E por falar em regressos, estou de regresso a casa!



10.08.22

O quê? Uma Dirt Jump?


Rui Pereira

Eu queria era uma Gravel...
Nunca, mas nunca mesmo, pensei que pudesse vir a ter uma Dirt Jump!
De facto, o efeito Pump Track fez com que fosse possível.
O sítio certo, com a bicicleta certa!

pumptrack_pdl_gt.jpg


Já falei quer da pista, quer da bicicleta…
Às vezes até estou sozinho, mas o entusiasmo continua e o convívio também.
Já não é a primeira vez que lá vou sem bicicleta ou com uma bicicleta impossível de andar.
Para além da sua função mais óbvia, a pista acaba por ser um local de convívio.
Um ponto de encontro!
Onde se anda em cima e à volta das bicicletas.
Onde se fala (muito) de bicicletas.
Onde se diz (muitas) asneiras...
E se ri. Muito também!

02.08.22

GT La Bomba!

Pump Track Ponta Delgada


Rui Pereira

O entusiasmo continua...

“Nunca serei muito rápido nem muito menos habilidoso, mas se há coisa da qual não me canso é de andar às voltas nesta pista.”

A BMX deu lugar a uma Dirt Jump. Depois de ter experimentado uma vi logo que era a bicicleta certa para mim. Mais estável e previsível, portanto. A escolha recaiu na GT La Bomba, pela relação preço/qualidade e pela oportunidade. E depois da pesquisa no mercado de usados não ter correspondido às expetativas.
Teria preferido recuperar ou adaptar uma bicicleta usada, mas há falta de opções e perante a oportunidade de uma bicicleta nova, com as caraterísticas certas, foi um (pequeno) passo para decidir a seu favor. Mesmo com um investimento acima do pretendido reservei-a ainda antes de ter chegado, não fosse ficar a pé.

pump_track_labomba.jpg


As rodas maiores dão outra segurança e permitem uma progressão em pista mais consistente. Ser mais lenta de reações e menos “brincalhona” não é necessariamente mau. O conceito Dirt Jump, não deixando de ser novidade para mim, acaba por ser muito mais familiar do que a BMX por exemplo.
Claro que o todo o potencial desta bicicleta está muito acima das minhas necessidades, mas lá está, se quero e posso ter…
A minha GT La Bomba terá com certeza uma vida fácil às voltas na Pump Track.
E eu, divertimento!

12.07.22

Pump Track

Parque Urbano de Ponta Delgada


Rui Pereira

Verifica-se um entusiasmo e um movimento em torno das bicicletas e não só, como já não via a algum tempo.
Temos uma Pump Track!

Quando me disseram que iam fazer uma Pump Track no Parque Urbano da cidade duvidei. Veio-me à memória a promessa da pista de XC (Cross Country) permanente neste mesmo parque que nunca chegou a ser cumprida.
Estava enganado. Aconteceu. E não é uma pista qualquer, tanto pela sua configuração, como por ter sido concebida pelos melhores nesta área – Velosolutions.
Conforme evoluía a construção desta excelente estrutura, começava a haver alguma agitação no meio entre os mais interessados. Claro que à partida, o pessoal das vertentes mais radicais liderou o movimento.
Recuperar bicicletas entretanto esquecidas nas garagens, adquirir material para as tornar viáveis ou mesmo comprar novas. Experimentar diferentes componentes, calçá-las para o tapete de asfalto aderente, moldado à força de braços por quem sabe.
E quem diz bicicletas, diz skates e trotinetes. E respetivos componentes e equipamentos de proteção. Pelo menos foi o feedback que me deram quando eu próprio recorri aos locais indicados para o fazer. Os responsáveis comerciais das áreas despertaram para esta nova realidade/oportunidade. Pelo menos, alguns.

bmx_pump_track.jpg
Comprei uma BMX. À conta da minha já se venderam mais duas iguais. Já a vendi… está em casa, mas não é minha. Troquei-lhe os pneus. Comprei um capacete, vendi-o e comprei outro… isso tudo no espaço de um mês, mais ou menos.
Ando muito entusiasmado. Já estive ansioso. É um gozo incrível andar nesta pista!
Tenho-me divertido imenso. Tenho conhecido imensa gente. Novas realidades. Novos contactos. Tenho experimentado diversas bicicletas.
Vale pela diversão e pelo convívio!
Quando vou lá num sábado ou num dia de semana ao fim da tarde e vejo a pista cheia de gente, de diferentes idades, estilos e meios, penso que esta Pump Track é a prova de que as boas estruturas são apelativas e utilizadas pelas pessoas, mesmo por aquelas que nem sequer sabem porque raio a pista tem esse nome!
Os meus parabéns a todos que, direta ou indiretamente, contribuíram para a sua concretização!