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Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

Bike Azores

A visão de um ciclista açoriano sobre as bicicletas e o ciclismo.

Uma questão de identificação!

Um dia destes, perante uma série de publicações em destaque, acedi unicamente aquela que tinha como título, algo com que me identifiquei de imediato. Da mesma forma, compreendo que pouca gente se identifique com as minhas publicações, exatamente por não se rever com aquilo que escrevo.
Ainda ontem, em conversa com um amigo, com o qual partilho gosto, visão e abordagem no que toca às bicicletas, dizia-lhe que, as bicicletas que mais me chamam à atenção ao entrar numa loja são absolutamente transparentes para muitas das pessoas que conheço ligadas às mesmas!
Uma vez, num passeio de BTT, estava presente um desconhecido que se apresentava com uma bicicleta peculiar. Uma XC daquelas à moda antiga, uma rígida, de guiador reto e curto, que notava-se ter uns bons anos de “vida”, embora estimada. Quando abordei a pessoa em causa, dizendo isso mesmo, ele reagiu de uma forma fria e seca, como se eu estivesse a escarnecer da sua bicicleta, quando a estava a elogiar!
De facto, apesar de me considerar relativamente flexível e abrangente, não me encaixo facilmente naquilo que é mais óbvio atualmente. Seja na abordagem, na utilização, na valorização e nas minhas opções relativas às bicicletas. Posso pontualmente seguir uma ou outra vertente, mas afasto-me claramente das atuais tendências.
A necessidade de tecnologia, da leveza levado ao extremo, de materiais e equipamentos de topo no que toca à sua manufatura, nobreza e grau de eficiência, com respetivo preço a condizer, não é exatamente aquilo que mais me diz numa bicicleta, até pelo contrário. O que não quer dizer que não seja perfeitamente capaz de os admirar.
Não sou fundamentalista, mas sou claramente conservador em muitos aspetos. Troco a tecnologia pela tradição e a eficiência pela descontração. Privilegio o clássico e o intemporal ao moderno e futurista. Prefiro o nicho às massas. E lamento que ainda não se dê a devida importância à função mais básica da bicicleta.
Este será mais um texto pouco popular e de difícil identificação. Um texto que vai contra a norma vigente, que a maior parte dos interessados segue disciplinadamente, seja por motivações pessoais, seja por pressões de marketing e de mercado. Mas sei que alguns estão comigo. Poucos é certo, mas, com certeza, bons!

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